Um grande exemplo de caridade do presidente Lula ao enviar uma carta ao jogador de futebol Ronaldo, após a sua lesão no joelho.
Segue a carta na íntegra:
Meu querido Ronaldo
Mais uma vez, a vida lhe prega uma peça. Dá a impressão que se trata de um teste para sua energia e sua capacidade de resistir... Mas saiba que, assim como eu, milhões de brasileiros acompanharam com o coração partido sua dor, sua tristeza e seu sofrimento. E, da mesma forma, me uno a esses milhões de brasileiros para lhe dizer: menino segue em frente, resiste, não desanima; tão forte quanto a dor e a decepção é a resistência que Deus lhe deu para perseverar, para teimar e vencer todos os obstáculos.
Tenho fé, assim como nossa gente brasileira, que você voltará aos gramados e vai ser, de novo, exemplo e referência de coragem e perseverança. Tenho certeza, sobretudo, como amante do futebol, que você vai dar a todos, italianos e brasileiros, a alegria de vê-lo fazer as extraordinárias jogadas e marcar os gols que nos trouxeram e trarão tanta felicidade.
Estamos rezando e fazendo um cordão de energia e apoio a você, meu querido Ronaldo. Que Deus te abençoe sempre!
De teu fã e amigo,
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Rogativa
Senhor Jesus!...
Nós te agradecemos:
A bênção do amor;
O tesouro do tempo;
A felicidade de trabalhar;
O privilégio de servir;
O dom da palavra;
O apoio da instrução;
A força do progresso;
O amparo da esperança;
A construção da fé;
A lição da prova;
O benefício da dor;
O incentivo da alegria;
O apoio do companheiro;
E o concurso do adversário!...
Sabemos, porém, Senhor, que nos cabe o dever de aproveitar-te as concessões, a fim de acender em nós mesmos a luz da experiência para o caminho que nos conduz a Deus.
Compreendendo tudo isso, nós te rogamos a precisa coragem de cultivar a humildade e a paciência, porquanto, somente sobre semelhantes alicerces espirituais, é que nos esqueceremos de nossos caprichos próprios, de modo a aceitarmos, para a nossa felicidade, as tuas determinações, onde estivermos, seja com quem for, em todo tempo e em qualquer circunstância, hoje e sempre.
Assim seja.
Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
Nós te agradecemos:
A bênção do amor;
O tesouro do tempo;
A felicidade de trabalhar;
O privilégio de servir;
O dom da palavra;
O apoio da instrução;
A força do progresso;
O amparo da esperança;
A construção da fé;
A lição da prova;
O benefício da dor;
O incentivo da alegria;
O apoio do companheiro;
E o concurso do adversário!...
Sabemos, porém, Senhor, que nos cabe o dever de aproveitar-te as concessões, a fim de acender em nós mesmos a luz da experiência para o caminho que nos conduz a Deus.
Compreendendo tudo isso, nós te rogamos a precisa coragem de cultivar a humildade e a paciência, porquanto, somente sobre semelhantes alicerces espirituais, é que nos esqueceremos de nossos caprichos próprios, de modo a aceitarmos, para a nossa felicidade, as tuas determinações, onde estivermos, seja com quem for, em todo tempo e em qualquer circunstância, hoje e sempre.
Assim seja.
Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
Males e remédios
Informações diante do sofrimento?
Olhe em derredor e reconhecerá legiões de pessoas que sofrem muito mais, sem as suas possibilidades de reconforto.
Desentendimento em família?
Oriente as crianças de casa e respeite os adultos, deixando a eles a faculdade de se decidirem, quanto às próprias realizações, qual acontece no mundo íntimo de cada um de nós.
Algum erro cometido?
Reconsidere a própria atitude e não se constranja em aceitar as suas deficiências, de modo a corrigi-las.
Erros alheios?
Observando-se quão difícil é aprender sem errar, saibamos desculpar os desacertos dos outros, tanto quanto esperamos tolerância para os nossos.
Entes queridos em falha?
Deus que nos criou a todos saberá conduzi-los sem que tenhamos a obrigação de arrasar-nos ao vê-los adquirindo as experiências da vida, pelas quais também nós temos pago ou pagaremos o preço que nos compete.
Provações?
Uma visita ao hospital pode dar a você a ficha de suas vantagens em relação aos outros.
Problemas?
Não se sabe de criatura alguma que evolua ou se aperfeiçoe, sem eles, incluindo aquelas que se supoem tranqüilas por estarem fugindo provisoriamente de trabalhar.
Angústia?
Ao que se conhece, todo tratamento para supressão da ansiedade está baseado ou complementado pelo serviço em favor de alguma causa nobre ou em auxílio de alguém.
Censura?
Um minuto de auto-análise nos fará sentir que não estamos muito certos, quanto à nossa própria resistência, se acaso estivéssemos no lugar daqueles que jazem caídos em desapreço.
Desilusões e fracassos no relacionamento afetivo?
Experimente Jesus.
André Luiz
Psicografia de Chico Xavier
Olhe em derredor e reconhecerá legiões de pessoas que sofrem muito mais, sem as suas possibilidades de reconforto.
Desentendimento em família?
Oriente as crianças de casa e respeite os adultos, deixando a eles a faculdade de se decidirem, quanto às próprias realizações, qual acontece no mundo íntimo de cada um de nós.
Algum erro cometido?
Reconsidere a própria atitude e não se constranja em aceitar as suas deficiências, de modo a corrigi-las.
Erros alheios?
Observando-se quão difícil é aprender sem errar, saibamos desculpar os desacertos dos outros, tanto quanto esperamos tolerância para os nossos.
Entes queridos em falha?
Deus que nos criou a todos saberá conduzi-los sem que tenhamos a obrigação de arrasar-nos ao vê-los adquirindo as experiências da vida, pelas quais também nós temos pago ou pagaremos o preço que nos compete.
Provações?
Uma visita ao hospital pode dar a você a ficha de suas vantagens em relação aos outros.
Problemas?
Não se sabe de criatura alguma que evolua ou se aperfeiçoe, sem eles, incluindo aquelas que se supoem tranqüilas por estarem fugindo provisoriamente de trabalhar.
Angústia?
Ao que se conhece, todo tratamento para supressão da ansiedade está baseado ou complementado pelo serviço em favor de alguma causa nobre ou em auxílio de alguém.
Censura?
Um minuto de auto-análise nos fará sentir que não estamos muito certos, quanto à nossa própria resistência, se acaso estivéssemos no lugar daqueles que jazem caídos em desapreço.
Desilusões e fracassos no relacionamento afetivo?
Experimente Jesus.
André Luiz
Psicografia de Chico Xavier
Professora do sono
O ideal seria que as aulas só começassem à tarde, diz neuropediatra que estuda distúrbios do sono
As escolas ajudariam os adolescentes a aprender melhor se os deixassem dormir mais tempo de manhã -aliás, o ideal seria que as aulas só começassem à tarde. "Posso assegurar que deixar os jovens mais tempo na cama seria recomendável."A frase soaria como uma espécie de estímulo à preguiça ou defesa da vagabundagem não fosse dita pela neuropediatra Márcia Pradella, cuja grande razão de levantar todos os dias da cama é brigar com os problemas de sono dos estudantes -o que, obviamente, torna a sua vida mais agitada a partir desta semana, quando iniciam as aulas.
Por trás dessas dicas de saúde que soam estranhas aos pais e professores, há um laboratório criado por Márcia, na década de 1990. "Pouca gente já sabe como os problemas de sono minam os estudantes."
Formada em neurologia pediátrica, Márcia conseguiu ser aceita num programa de pesquisas na Bélgica, onde se estudavam distúrbios de sono dos adultos. Como tinha interesse em neurologia infantil, ela começou a participar de pesquisas sobre a dificuldade de dormir das crianças e dos adolescentes.
Apesar dos convites para continuar a fazer pesquisas na Europa, preferiu voltar ao Brasil, onde imaginava que poderia realizar atendimentos. "Estava cansada de ficar só em laboratório", conta ela. Quase se arrependeu -até porque ela, preocupada, começou a perder um pouco o sono.
Márcia já estava havia seis anos fora do país e tinha perdido muitos de seus contatos médicos. No Brasil, pouco se falava em tratamento dos distúrbios do sono, muito menos nos problemas relacionados a crianças e adolescentes. Para complicar a adaptação, voltou acompanhada de seu marido, um irlandês que dava aulas de inglês no ensino médio. Ambos, na Europa, viviam bem e tinham salário fixo -no Brasil, estavam desempregados. "Na prática, eu tive de reconstruir minha carreira."
Com tempo vago, Márcia fez alguns cursos na Universidade Federal de São Paulo, onde se criava um departamento especialmente para estudar o sono. Foi a brecha que a levou a ser, no Brasil, pioneira de pesquisas com crianças e adolescentes. O que era uma pequena sala transformou-se em toda uma ala com 17 quartos. É nesse espaço que ela vê como, por ignorância, crianças são apontadas como burras ou preguiçosas porque não aprendem -quando, na verdade, têm dificuldade de dormir. "Pelo menos 20% dos estudantes sofrem de algum tipo de dificuldade do sono por falhas respiratórias", diz a neuropediatra.
Na adolescência é comum, segundo ela, a mudança no relógio biológico. "É uma mudança incompreendida pelos pais e professores. Daí a sua proposta de que as escolas aprendam a lição de biologia e deixem os seus alunos ficarem mais tempo na cama. Por enquanto, uma idéia que só apareceria no sonho dos adolescentes.
Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.
As escolas ajudariam os adolescentes a aprender melhor se os deixassem dormir mais tempo de manhã -aliás, o ideal seria que as aulas só começassem à tarde. "Posso assegurar que deixar os jovens mais tempo na cama seria recomendável."A frase soaria como uma espécie de estímulo à preguiça ou defesa da vagabundagem não fosse dita pela neuropediatra Márcia Pradella, cuja grande razão de levantar todos os dias da cama é brigar com os problemas de sono dos estudantes -o que, obviamente, torna a sua vida mais agitada a partir desta semana, quando iniciam as aulas.
Por trás dessas dicas de saúde que soam estranhas aos pais e professores, há um laboratório criado por Márcia, na década de 1990. "Pouca gente já sabe como os problemas de sono minam os estudantes."
Formada em neurologia pediátrica, Márcia conseguiu ser aceita num programa de pesquisas na Bélgica, onde se estudavam distúrbios de sono dos adultos. Como tinha interesse em neurologia infantil, ela começou a participar de pesquisas sobre a dificuldade de dormir das crianças e dos adolescentes.
Apesar dos convites para continuar a fazer pesquisas na Europa, preferiu voltar ao Brasil, onde imaginava que poderia realizar atendimentos. "Estava cansada de ficar só em laboratório", conta ela. Quase se arrependeu -até porque ela, preocupada, começou a perder um pouco o sono.
Márcia já estava havia seis anos fora do país e tinha perdido muitos de seus contatos médicos. No Brasil, pouco se falava em tratamento dos distúrbios do sono, muito menos nos problemas relacionados a crianças e adolescentes. Para complicar a adaptação, voltou acompanhada de seu marido, um irlandês que dava aulas de inglês no ensino médio. Ambos, na Europa, viviam bem e tinham salário fixo -no Brasil, estavam desempregados. "Na prática, eu tive de reconstruir minha carreira."
Com tempo vago, Márcia fez alguns cursos na Universidade Federal de São Paulo, onde se criava um departamento especialmente para estudar o sono. Foi a brecha que a levou a ser, no Brasil, pioneira de pesquisas com crianças e adolescentes. O que era uma pequena sala transformou-se em toda uma ala com 17 quartos. É nesse espaço que ela vê como, por ignorância, crianças são apontadas como burras ou preguiçosas porque não aprendem -quando, na verdade, têm dificuldade de dormir. "Pelo menos 20% dos estudantes sofrem de algum tipo de dificuldade do sono por falhas respiratórias", diz a neuropediatra.
Na adolescência é comum, segundo ela, a mudança no relógio biológico. "É uma mudança incompreendida pelos pais e professores. Daí a sua proposta de que as escolas aprendam a lição de biologia e deixem os seus alunos ficarem mais tempo na cama. Por enquanto, uma idéia que só apareceria no sonho dos adolescentes.
Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Conhecer-se
Não se menospreze. Eduque-se.
Não se marginalize. Trabalhe.
Não apenas administre. Obedeça.
Não apenas mande. Faça.
Não condene. Abençoe.
Não reclame. Desculpe.
Não desprimore. Dignifique.
Não ignore. Estude.
Não desajuste. Harmonize.
Não rebaixe. Eleve.
Não escravise. Liberte.
Não ensombre. Ilumine.
Não se lastime. Avance.
Não complique. Simplifique.
Não fuja. Permaneça.
Não dispute. Conquiste.
Não estacione. Renove.
Não se exceda. Domine-se.
Lembre-se: todos nós em tudo, dependemos de Deus, mas os empresários de nosso êxito, em qualquer ocasião, seremos sempre nós mesmos.
André Luiz
Psicografia de Chico Xavier, do livro "Respostas da Vida"
Não se marginalize. Trabalhe.
Não apenas administre. Obedeça.
Não apenas mande. Faça.
Não condene. Abençoe.
Não reclame. Desculpe.
Não desprimore. Dignifique.
Não ignore. Estude.
Não desajuste. Harmonize.
Não rebaixe. Eleve.
Não escravise. Liberte.
Não ensombre. Ilumine.
Não se lastime. Avance.
Não complique. Simplifique.
Não fuja. Permaneça.
Não dispute. Conquiste.
Não estacione. Renove.
Não se exceda. Domine-se.
Lembre-se: todos nós em tudo, dependemos de Deus, mas os empresários de nosso êxito, em qualquer ocasião, seremos sempre nós mesmos.
André Luiz
Psicografia de Chico Xavier, do livro "Respostas da Vida"
Cientistas sugerem início de novo período geológico
Da BBC Brasil
Cientistas britânicos sugerem que a Terra pode estar passando por um período de transformação profundo e estaria entrando em um novo período geológica - o Antropoceno, marcado pela influência do homem.
Oficialmente, a Comissão Internacional sobre Estratigrafia estabelece que Terra continua no período Holoceno, iniciado com o fim da última era glacial.
No entanto, em um artigo publicado na edição de fevereiro da revista científica Geological Society of America, os cientistas Jan Zalasiewicz e Mark Williams afirmam que "há provas geológicas suficientes para reconhecer um novo período".
A transição entre épocas geológicas é normalmente atribuída à transformações como registros de fósseis, mudanças no padrão das rochas e sedimentos. No entanto, no caso do Antropoceno, os cientistas acreditam que o impacto dos seres humanos no planeta é o principal responsável pela transição.
"As atividades humanas excedem os processos naturais de muitas maneiras", diz Zalasiewicz. "Por exemplo, os humanos emitem mais CO2 que os vulcões; movem materiais e elementos pela superfície da Terra mais do que os rios, desabamentos de terra e enchentes", explica o cientista.
O artigo cita ainda o aumento nas temperaturas e a acidez dos oceanos como possíveis mudanças para comprovar o novo período. Segundo os cientistas, as transformações deixarão traços nas camadas de sedimentos terrestres e irão refletir na identificação do Antropoceno no futuro.
Mudanças
De acordo com os cientistas, o impacto dos seres humanos poderá ser percebido de diversas formas. "Para começar, deixaremos uma quantidade enorme de concreto", diz Zalasiewicz.
O artigo indica ainda que haverá uma transformação grande nos registros fósseis, causada pela extinção em massa e pelos resíduos de corpos humanos. Os cientistas apontam ainda que o aumento da acidez dos oceanos poderá provocar o fim dos recifes de corais.
"Gealogicamente, esta série de eventos está acontecendo muito depressa", diz o cientista. "Não acredito que as mudanças serão sutis, estes sinais serão muito evidentes", esclarece.
"Nós estamos mudando o planeta de forma significativa. E é possível que estejamos começando um novo período geológico, que poderá ser o Período Antropoceno", afirma o estudo.
BBC Brasil
Cientistas britânicos sugerem que a Terra pode estar passando por um período de transformação profundo e estaria entrando em um novo período geológica - o Antropoceno, marcado pela influência do homem.
Oficialmente, a Comissão Internacional sobre Estratigrafia estabelece que Terra continua no período Holoceno, iniciado com o fim da última era glacial.
No entanto, em um artigo publicado na edição de fevereiro da revista científica Geological Society of America, os cientistas Jan Zalasiewicz e Mark Williams afirmam que "há provas geológicas suficientes para reconhecer um novo período".
A transição entre épocas geológicas é normalmente atribuída à transformações como registros de fósseis, mudanças no padrão das rochas e sedimentos. No entanto, no caso do Antropoceno, os cientistas acreditam que o impacto dos seres humanos no planeta é o principal responsável pela transição.
"As atividades humanas excedem os processos naturais de muitas maneiras", diz Zalasiewicz. "Por exemplo, os humanos emitem mais CO2 que os vulcões; movem materiais e elementos pela superfície da Terra mais do que os rios, desabamentos de terra e enchentes", explica o cientista.
O artigo cita ainda o aumento nas temperaturas e a acidez dos oceanos como possíveis mudanças para comprovar o novo período. Segundo os cientistas, as transformações deixarão traços nas camadas de sedimentos terrestres e irão refletir na identificação do Antropoceno no futuro.
Mudanças
De acordo com os cientistas, o impacto dos seres humanos poderá ser percebido de diversas formas. "Para começar, deixaremos uma quantidade enorme de concreto", diz Zalasiewicz.
O artigo indica ainda que haverá uma transformação grande nos registros fósseis, causada pela extinção em massa e pelos resíduos de corpos humanos. Os cientistas apontam ainda que o aumento da acidez dos oceanos poderá provocar o fim dos recifes de corais.
"Gealogicamente, esta série de eventos está acontecendo muito depressa", diz o cientista. "Não acredito que as mudanças serão sutis, estes sinais serão muito evidentes", esclarece.
"Nós estamos mudando o planeta de forma significativa. E é possível que estejamos começando um novo período geológico, que poderá ser o Período Antropoceno", afirma o estudo.
BBC Brasil
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