terça-feira, 22 de novembro de 2011

Necessidade de fazer o bem para viver o que é bom

Por Norberto Keppe

Fazer o bem beneficia principalmente quem o faz. Não é questão de primeiro ter "autoestima" para fazer o bem para os outros, mas sim , tratar os outros como uma pessoa sã gostaria de ser tratada; fazer pelos outros o que uma pessoa equilibrada gostaria que lhe fizessem. O indivíduo só se autoestima quando estima os outros; fazer o bem à humanidade é o único meio de autoestimar-se. Quem busca cuidar só de si mesmo, cai no egoísmo e nas doenças. Daí a importância da consciência dos erros que comete para ter possibilidade de se corrigir, tanto a nível individual como social.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Novo teste mostra neutrinos ainda acima da velocidade da luz

KATE KELLAND - REUTERS

Uma nova experiência parece ter obtido novas indicações de que Einstein pode ter se enganado ao cravar que nada poderia superar a velocidade da luz, teoria que embasa o pensamento moderno sobre o funcionamento do universo.

As novas indicações, que contestam um dogma científico que vinha se sustentando desde a publicação da teoria da relatividade por Einstein em 1905, parecem confirmar que partículas subatômicas conhecidas como neutrinos seriam capazes de velocidade algumas frações de segundo superiores à da luz.

Uma nova experiência no laboratório Gran Sasso, usando um feixe de neutrinos emitido do CERN, na Suíça, a 720 quilômetros de distância, foi realizada para verificar o resultado de uma experiência semelhante conduzida por uma equipe de cientistas em setembro passado, e recebido com ceticismo.

Cientistas do Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália (INFN) anunciaram em comunicado que seus novos testes tinham por objetivo excluir um possível efeito sistêmico que poderia ter afetado a medição original.

"Uma mensuração tão delicada e que porta implicações tão profundas para a Física requer nível extraordinário de precisão", disse Fernando Ferroni, presidente do INFN.

"O resultado positivo do teste faz com que cresça nossa confiança no resultado original, ainda que a palavra final caiba a diversas mensurações análogas que estão sendo realizadas em todo o mundo", acrescentou.

Uma equipe internacional de cientistas chocou o mundo da ciência ao anunciar o resultado original, em setembro. A primeira constatação surgiu do exame de 15 mil feixes de neutrinos emitidos durante três anos pelo CERN para o laboratório do Gran Sasso, uma instalação subterrânea perto de Roma.

Os físicos que participaram da experiência, conhecida como OPERA pelas iniciais de seu título científico, disseram ter verificado os resultados iniciais repetidamente, para excluir qualquer fator que pudesse representar erro de leitura, antes de anunciar suas constatações.

Se o resultado for confirmado, cientistas dizem que as constatações podem demonstrar que Einstein, o pai da Física moderna, estava errado ao afirmar, em sua teoria da relatividade especial, que a velocidade da luz era uma "constante cósmica" e que nada podia ser mais rápido.

Isso forçaria uma grande reconsideração das teorias sobre como funciona o cosmos, e poderia significar que, em tese, é possível enviar informações ao passado.

Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação científica ArXiv, em http://arxiv.org/abs/1109.4897v2

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Mudança do inconsciente coletivo

Ramatís,
texto da obra "Evolução no Planeta Azul"

Estais vivenciando um processo intenso de mudança do inconsciente coletivo e o advento da nova consciência planetária. É importante que tenhais uma noção das impressões gravadas "abaixo" de vosso atual estágio consciencial. É como se a vossa consciência fosse a casca de uma laranja, composta de vários gomos que não "aparecem" àqueles que apreciam essa fruta saborosa em sua aparência superficial. Cada gotícula do suco de uma laranja seria uma experiência vivificada em uma encarnação anterior, e a laranjeira carregada dessas frutas é um agrupamento de consciências que evoluem num mesmo enfeixamento cármico, sendo a plantação dessas árvores da família das rutáceas, providas de espinhos e flores alvas, uma coletividade consciencial determinada pelo tipo de solo, aeração, umidade, calor, entre outros fatores de plantio, que seriam as injunções das leis de causalidade que regem os movimentos ascensionais. Esses fatores determinarão a qualidade da colheita, mas por si só não garantirão a ausência das pestes e doenças em certas árvores e frutos pelo uso indevido de fertilizantes e da ferramenta do livre-arbítrio à disposição para o uso dos lavradores.

Podeis entender o inconsciente como sendo todos os registros de vidas passadas que estão demarcados "fora" da vossa área consciente, pois o cérebro físico não tendo experienciado a anterioridade do espírito no escafandro carnal, não tem rememoração, embora mantenhais predisposições e padrões de comportamentos ressonantes com o pretérito. No inconsciente coletivo estão os dados ancestrais do conhecimento e de todas as vivências comuns que marcaram o psiquismo da coletividade. Esse desconhecido, oculto e "inacessível" manancial de experiências milenares estabelece padrões fora do espaço-tempo como entendeis, pois determina praticamente todos os fenômenos psicológicos, inconscientes ou conscientes, e que interferem na vida mais do que imaginais.

Vossa dificuldade em compreender a amplitude em que o inconsciente individual e coletivo, forjado no psiquismo de profundidade mais longínquo das esferas concienciais, vos afetam diariamente, está no fato de que nenhum cérebro físico tem capacidade de armazenar todas as possibilidades de ideação relacionadas com o continuo evolutivo atemporal, já que sois limitados fisiologicamente, e fugiria ao sentido de uma existência carnal o acesso irrestrito a todos esses arquivos. Contudo, eles se fazem presentes nas vossas disposições e nos impulsos psicológicos que vos diferenciam uns dos outros. Essas ocorrências do passado, que repercutem vibratoriamente do inconsciente para o consciente, aparecem como ressonâncias, podendo desencadear situações perturbadoras, desequilíbrios e complexos diversos, impondo-se ao espírito a sua retificação, ante as ações imorais e traumatizantes de outrora e que hoje "pedem" ajustes perante as Leis Cósmicas.

Esse inconsciente coletivo está continuamente sendo forjado pelo ferramenteiro do carma, incansável em manipular o fogo do tempo para "moldá-lo" à nova mentalidade planetária. Inevitavelmente estais caminhando para um "novo" entendimento da Unidade Cósmica que vos envolve, e o sentimento religioso que está se firmando cada vez mais liberar-vos-á das intolerâncias. Em pequena exemplificação: alguém que tivesse sido fiel inquisidor de outrora, e hoje é destacado orador espiritualista, defensor das reencarnações; os ricos alquimistas hereges de ontem, hoje a dar consulta para os doentes nos terreiros de Umbanda, num perfeito mecanismo de retorno, já que esses enfermos "representam" todos aqueles que foram prejudicados pelos rituais de magia utilizados por esses poderosos magos do passado; e assim se resgata o equilíbrio com a Lei e todos evoluem.

Sois colocados em situações que vos contrariaram intensamente no passado remoto, mas agora vos libertam dos ódios e sectarismos, preparando-vos para a convivência fraternal imposta pela Nova Era. Essas decorrências cármicas retificativas num contínuo tempo inexorável, determinado pelo ciclo carnal, reencarnacionista, inquestionavelmente estão vos conduzindo a um novo psiquismo em que preponderará a amorosidade, o que não quer dizer opiniões igualitárias, mas convivência harmoniosa entre as diferenças, pois os pontos em comum serão mais abrangentes que os divergentes. A igualdade na diversidade está no amor.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Estranhas e curiosas coincidências

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.

Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito presidente em 1960.

Os nomes de Lincoln e Kennedy tem sete letras.
Ambos estavam comprometidos na defesa dos direitos civis.

As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.
Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira.

A secretaria de Lincoln se chamava Kenndy.
A secretaria de Kennedy se chamava Lincoln.

Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas.
Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas.

Ambos os sucessores se chamavam Johnson.

Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy nasceu em 1908.

John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.

Ambos os assassinos eram conhecidos pelo seus três nomes.
Os nomes de ambos os assassinos têm quinze letras.

Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado num depósito.
Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado num teatro.

Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.

E a parte engraçada:
Uma semana antes de Lincoln ser morto ele estava em Monroe, Maryland.
Uma semana antes de Kennedy ser morto ele estava com Monroe, Marilyn.

Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy...
Kennedy foi morto num carro Ford, modelo... Lincoln.

Isso é que é coincidência!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

"Clima vai causar ressacas, doenças e desemprego na Europa", diz cientista

Previsões constam de estudos apresentados em encontro na Bélgica.

Área mais atingida será o litoral dos países europeus.


Do Globo Natureza, em São Paulo

O agravamento das ressacas marinhas, a fuga de espécies para o norte dos oceanos e o aumento de doenças causadas por bactérias serão algumas das consequências na Europa das mudanças no clima da Terra. Essas são conclusões de estudos que vão ser apresentados na quarta-feira (14), em um evento em Bruxelas, na Bélgica. Pesquisadores também analisaram a percepção dos moradores de dez países europeus sobre o agravamento desses impactos.

As conclusões são parte do projeto Clamer, fruto da colaboração de 17 institutos europeus de pesquisas marinhas. O relatório que será divulgado é a síntese de mais de 100 estudos, publicados desde 1998, que analisam os efeitos das mudanças climáticas sobre os ambientes marinhos da Europa.

O projeto também busca melhores formas de comunicar as conclusões científicas desses impactos. "Temos acumulado evidências convincentes e perturbadoras sobre as mudanças climáticas", diz Carlo Hipe, diretor do Instituto Real para a Pesquisa Marinha. "E precisamos comunicar melhor o que temos. Todos devemos prestar mais atenção aos avisos claros dos perigos que enfrentaremos, o que poderá ser considerado uma experiência sem controle sobre o ambiente marinho".

Coordenados pelo Conselho Marinho da Fundação Europeia da Ciência, os estudos publicados avaliaram os ambientes nos Mares Mediterrâneo, Negro, Báltico e do Norte, no Oceano Ártico e no nordeste do Oceano Atlântico.

Mapa das áreas costeiras vulnerávei na Europa (Foto: Projeto Clamer e Agência Europeia de Meio Ambiente)Em vermelho estão as áreas costeiras mais vulneráveis da Europa. (Mapa: Projeto Clamer e Agência Europeia de Meio Ambiente)

Um dos problemas levantados no estudo é a dificuldade em prever com precisão onde os impactos vão ocorrer. Estimar os custos desses eventos é outro problema, pois os cientistas afirmam que alguns dos impactos vão ser generalizados, enquanto outros serão pontuais.

Entre os possíveis impactos previstos para as próximas décadas estão:

Aumento dos riscos e custos com doenças. Milhões de euros vão ser gastos com despesas de saúde. O consumo de frutos do mar contaminados e as doenças transmitidas pela ingestão de água contaminada, até durante a recreação ocasional, vão ser os princpais responsáveis por esses gastos. O aumento da temperatura do oceano também pode causar a proliferação de bacterias do gênero Vibrio, que causa gastroenterintes graves e até a septicemia (infecção generalizada).

Danos à propriedade. A elevação do nível do mar, combinada com ondas maiores no Atlântico Norte e tempestades mais frequentes, ameaça tomar até 500 metros da costa de alguns países. O estudo alerta que 35% da riqueza europeia é gerada dentro dessas áreas. A elevação do nível do mar de 80 a 200 centímetros poderia acabar com países inteiros. Além das inundações e dos danos econômicos, pode haver a migração de populações dessas áreas inundadas, a salinização do solo e da água e a perda de zonas úmidas.

Erosão na costa de Biarritz, na França (Foto: Projeto Clamer e Agência Europeia de Meio Ambiente)Erosão na costa de Biarritz, na França (Foto: Projeto Clamer e Agência Europeia de Meio Ambie

Tempestades mais freqüentes e intensas estão projetadas para o Norte da Europa. As áreas afetadas também incluem uma faixa que vai do sul da Inglaterra ao norte da França, à Dinamarca e ao norte da Alemanha e da Europa Oriental. Os danos anuais causados por esses fenômenos devem crescer 21% no Reino Unido, 37% na Alemanha e 44% em toda a Europa, com um aumento de 104% nas perdas em uma para cada 100 das tempestades anuais.

Redução dos estoques pesqueiros. Os cientistas do Clamer sugerem a necessidade de redução da pesca comercial na Europa. Isso porque o aquecimento das águas e acidificação dos oceanos alteram o teor de oxigênio da água, fazendo com que muitos cardumes migrem para os oceanos ao norte do planeta. Entre as espécies que podem ser extintas pelo fenômeno estão o bacalhau no mar Báltico e o Aristeus, uma tipo valioso de camarão. A segurança alimentar de países de baixas latitudes vai ficar seriamente prejudicada.

O que pensam os europeus sobre os estudos.

A pesquisa também avaliou o que pensam os europeus sobre os efeitos das mudanças climáticas. O objetivo da análise é encontrar melhores formas de comunicar os resultados científicos encontrados para o aquecimento global.

Foram ouvidos 10 mil moradores de dez países do continente. O estudo revelou preocupação generalizada com as mudanças climáticas. A preocupação com a elevação do nível do mar e a erosão costeira é o maior temor dos europeus.

Cerca de 86% dos entrevistados acreditam que as mudanças climáticas sáo causadas, principalmente, por causas das atividades humanas.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Artigo: Do Capitalismo ao Comunismo via democracia

1. Capitalismo e socialismo: faces da mesma moeda

Com a teoria marxista o mundo sofreu profundas modificações do ponto de vista filosófico, político, social e econômico. Por um lado, Marx denunciou a exploração dos trabalhadores e contribuiu para a consciência da sociedade sobre esse fato, porém trouxe o radicalismo como forma de resolver o problema.

De fato, o capitalismo prega o bem individual como ferramenta para o bem comum. Sabemos que isso não é bem verdade, pois há uma exploração e especulação absurda, como bem mostrou Marx na obra “O Capital”. A solução, no entanto, não seria com a concentração do poder nas mãos do Estado, pois isso é o capitalismo nas mãos dos burocratas, que irão concentrar poder e capital da mesma forma. Na visão marxista, o socialismo seria a passagem para o comunismo, uma sociedade harmônica sem necessidade de Estado. O que defendo é o comunismo, porém com o capitalismo sendo a sua passagem.

Capitalismo e socialismo são faces da mesma moeda. O primeiro tenta explorar e acumular riquezas nas mãos dos indivíduos; o segundo tenta explorar e acumular riquezas nas mãos do Estado e seus dirigentes. Ambos levam a uma elite dominante, sejam os grandes empresários ou os dirigentes e burocratas. Nenhum serve ao bem comum.

O comunismo seria a última etapa da confluência dessas teorias, de forma gradual e sem violência. Para isso, precisamos de um Estado de bem estar social, social-democrata, que faça as privatizações do sistema produtivo, cuidando dos temas essenciais: educação, saúde, segurança. É necessária a regulação da economia, evitando os excessos do mercado. O que defendo, em resumo, é a separação do poder político e econômico. No capitalismo, o poder econômico engole o poder político, já no socialismo acontece o inverso. Venho mostrar como acabar com essas duas contradições, já que o mundo passou um século dividido entre os dois sistemas e atualmente está anestesiado com o capitalismo, sem saber como sair de suas crises e contradições.

2. Marxismo

Marx foi um dos maiores gênios da sociologia e economia, porém cometeu falhas graves. Não previu a evolução da sociedade industrial para a pós-industrial, com predomínio da criatividade no trabalho. Além disso, estimulou a ditadura como forma de resolver o problema social.

A psicologia explica que, através da identificação projetiva, tudo o que é radicalmente condenado no outro é o espelho da própria personalidade. Ou seja, os que denunciam veementemente a ganância dos capitalistas estão falando de si próprios e tentarão abafar essa consciência de qualquer jeito. O que acontece quando chegam ao poder? Fazem exatamente a mesma coisa dos anteriores, pois são iguais a eles. Como disse Aristóteles: “a virtude está no meio”.

A teoria marxista contribuiu para mudar o mundo e conseguir melhores condições aos trabalhadores, porém perdemos tempo com a disputa dos poderosos pela supremacia de seus interesses particulares, seja em nome da liberdade empresarial ou da liberdade estatal.

Para corrigir isso, a democracia é o melhor veículo para a construção de uma sociedade justa. Sugiro o caminho do capitalismo com regulação do Estado para chegar a uma sociedade comunista, em que o trabalho será a grande moeda e as injustiças serão eliminadas.

3. Social-democracia como transição

O Estado de bem-estar social surgiu como forma de conciliar as disputas entre trabalho e capital. Ele passa a se preocupar com as necessidades sociais básicas da sociedade e regula a economia de forma a corrigir os movimentos especulativos do mercado.

Entendo ser essa a melhor forma de governar a sociedade atual. O Estado ficaria com a responsabilidade de promover a educação, saúde, segurança pública, previdência, justiça e regular a economia. Defendo a privatização de todo o sistema produtivo, de forma a separar o poder político do econômico, equilibrando a balança dos interesses. Com essa privatização, aumenta-se a eficiência e eficácia dessas empresas, como foi o caso das organizações de telefonia e da Vale no Brasil. A infra-estrutura também deve seguir o mesmo caminho: portos, estradas, ferrovias, energia e aeroportos. O exemplo das estradas de São Paulo reforça o argumento, pois é lá onde temos as melhores estradas do país, além de ser um sistema justo, pois aquele que usa é quem paga.

As agências reguladoras foram um excelente modelo de regulação da economia, dispensando os ministérios desses setores, porém não podem sofrer influências políticas. Com isso, as empresas privadas não ficariam livres para cometer abusos.

Com o dinheiro dessas privatizações, defendo o pagamento da dívida do Estado e a gradual redução da taxa de juros. Assim, o dinheiro que é pago em juros para rolar a dívida poderia ser investido nas necessidades da população, como moradia e saneamento básico.

Nesse modelo, o Estado tem o poder político e as empresas o poder econômico, sendo ambos dirigidos ao bem comum. Hoje temos uma vida infernal, vivendo para pagar contas desnecessárias, juros e impostos altos para financiar um Estado ineficiente. Cito como exemplos as questões de moradia, alimentação, transporte e comunicação. É possível em poucos anos, com as tecnologias disponíveis, promover isso tudo de maneira gratuita à população. Todo cidadão tem o direito inalienável à vida, sendo do Estado o dever de promover esses itens básicos de maneira gratuita, mesmo que o indivíduo não queira trabalhar, porém os outros itens devem ser conseguidos através do trabalho. O Bolsa Família é um exemplo de um programa barato e que atinge a uma quantidade enorme de famílias, proporcionando a compra de alimentos.

4. Neoliberalismo

O neoliberalismo falhou em sua posição ideológica, pois apostou na regulação da economia pelo mercado e com um Estado mínimo. Essa teoria naufragou com a crise de 2008, causada pela especulação imobiliária. Lembro o fato da crise de 1929, que foi causada também pela falta de regulação da economia. Com isso, a prática mostrou que o mercado precisa ser controlado, pois a ganância e o egocentrismo de alguns bancos e empresários podem levar à quebra de várias empresas e países.

O grande legado dessa tese foi o das privatizações como forma de resolver o problema da ineficiência do Estado. Além disso, permitiu-se uma abertura econômica dos países, sendo promovida a globalização, um excelente instrumento para a união das nações em torno dos direitos humanos.

5. Separação do poder político do econômico

Na História ocidental foram muitos séculos com o poder político unido ao poder religioso. A sociedade deu um grande salto evolutivo ao separar esses poderes, pois um corrompia o outro. Da mesma maneira ainda vivemos com os poderes político e econômico.

Em alguns países de ditaduras, esse poder político engole o poder econômico e a sua liberdade. Em países democráticos é o poder econômico quem engole o político, fazendo com que seja uma extensão dos seus interesses. Com o financiamento privado de campanhas políticas, os capitalistas colocam quem eles desejam no poder e calculam o retorno desse investimento, como manda a lógica do sistema. A ideologia é substituída pelo pragmatismo do mercado, tornando os indivíduos como seus escravos psicológicos. Essa escravidão é concretizada pelas pressões sofridas desde a infância, pois a criança aprende que tem de estudar para ganhar dinheiro e ser alguém na vida, ou seja, ser alguém que o mercado deseja. Dessa forma, o futuro de milhões de pessoas está dentro do planejamento estratégico das empresas, caso não sigam as cartilhas do mercado muitos estão fadados a ter dificuldades financeiras. Cito o exemplo de um adolescente decidido a fazer o curso de Filosofia, que logo é desencorajado pelos parentes e professores, com o discurso de que irá “morrer de fome”.

A melhor maneira que proponho para fazer essa separação é:

a) Financiamento público exclusivo de campanha política;
b) Privatização das empresas públicas, exceto os órgãos de educação e saúde.

Hoje os órgãos públicos são ineficientes e estão tomados por representantes de grupos econômicos, que se especializaram em corrupção. O Brasil é corrupto porque é mal auditado, pois nas empresas privadas esse tipo de conduta diminui pelo maior controle dos empresários sobre a contabilidade e as ações da empresa. O problema, então, não é o de impunidade ou falta de cadeia, mas de falta de auditorias e de bons sistemas preventivos.

Dessa forma, com a separação desses poderes, haverá um equilíbrio de forças, que dará sustentação à nação, como acontece na divisão dos poderes.

6. O verdadeiro comunismo

O comunismo seria a ausência do Estado e da propriedade privada, fato que só existiu nas organizações de sociedade mais primitivas. Há uma verdadeira confusão quando são citadas a URSS, Cuba ou China como comunistas. Na verdade esses países são ou foram socialistas, em que o Estado detém o controle dos meios de produção, pois no comunismo não há essa figura.

Dessa maneira, o verdadeiro comunismo seria uma sociedade em que os meios de produção são de todos e a sociedade é auto-regulada. As instituições são sólidas e os cidadãos conscientes do seu papel na sociedade. É um estágio que levará séculos, pois é necessária uma maturidade moral do ser humano, pois a lógica do ter é substituída pela do ser.

Como exemplo dessa forma de sociedade, cito a confecção de roupas. Supondo-se a humanidade com 6 bilhões de habitantes, com uso de 10 roupas por ano, teríamos necessidade 60 bilhões de roupas em cada ano. Dessa forma, imaginemos que as indústrias levem 6 meses para concluir esse trabalho, então esses trabalhadores cumpririam o seu dever e teriam 6 meses livres para estudar, viajar, ou usar sua liberdade para o que bem entenderem. Com esse exemplo levado para as outras necessidades, cada instituição cuidaria de uma delas e o tempo seria mais bem aproveitado, não havendo desemprego ou pessoas marginalizadas.

Os objetos passam a ser os meios de sobrevivência e não a finalidade da existência. Os carros passam a não ter donos, pois o objetivo é se locomover; haveria produção de alimentos suficientes para todos; o dinheiro passa a ser desnecessário, pois os cidadãos têm tudo o que precisam e conquistam os seus objetivos mais íntimos através do trabalho.

7. Dinheiro virtual e o imposto único

Como dito no capítulo anterior, no comunismo o dinheiro não é necessário, porém o caminho até isso é bem longo. Antes disso, o dinheiro será informatizado e estágios gradativos levarão à sua extinção.

Hoje já temos as máquinas e cartões de débito em conta e de crédito. Acredito ser o primeiro estágio, pois o dinheiro em papel simplesmente irá sumir. Com isso, o Governo pode adotar o imposto único, pois todas as operações financeiras serão contabilizadas, sendo diminuída quase a zero a corrupção e sonegação. A burocracia estatal para arrecadar impostos e fiscalizar os cidadãos diminui, pois tudo será informatizado, a exemplo do imposto CPMF, já extinto no Brasil.

8. Associações de empresas e a moeda hora-trabalho

Com o objetivo de termos o fim da moeda convencional, proponho um modelo de associação de empresas, com uma moeda baseada na quantidade de horas trabalhadas pelos cidadãos. Cito exemplos de empresas comerciais de roupas e alimentos. Um trabalhador do comércio de alimentos vai até uma loja de roupas e passa o seu cartão pessoal, lá estão computadas as horas trabalhadas na sua empresa e elas são abatidas pelos produtos comprados.

Dessa maneira, as empresas fariam essas parcerias e associações, inicialmente locais e depois globais, com as multinacionais. Haverá uma troca baseada no trabalho, podendo ser diminuída as desigualdades. As horas podem ter o seu valor dividido em alguns grupos, privilegiando o trabalho intelectual, porém sem grande diferença, para evitar as disparidades enormes existentes hoje.

Entendo que atualmente vivemos uma fase de experimentação das empresas, em que será visto as que irão se consolidar no mercado. Há, também, uma tendência das grandes empresas comprarem as menores, formando monopólios. Acredito ser exatamente esse o movimento que levará a essas grandes associações e tornará a divisão do trabalho mais justa entre os países, levando em conta a vocação e cultura de cada um. Haverá, então, uma grande empresa produtora de roupas, outra de calçados, carros, softwares e assim por diante, trocando entre si trabalho e cooperação mútua. Será o fim da competitividade e exploração dos homens.

9. Empresas trilógicas: um novo conceito de organização

Na obra “Trabalho e Capital”, Norberto Keppe, filósofo, psicanalista e cientista social, nos oferece um novo conceito de empresa. Nela, os trabalhadores passam a ser os seus sócios e o capital inicial retorna ao seu dono como se fosse um empréstimo. A remuneração e os lucros passam a ser divididos proporcionalmente ao trabalho.

Dessa maneira, acaba o conflito entre capital e trabalho, pois no modelo atual o empresário recebe pelo resto da vida o percentual relativo ao seu capital inicial, mesmo que não trabalhe. Isso faz com que os indivíduos mais criativos e produtivos sejam explorados pelos detentores do capital.

Imaginemos o exemplo de uma empresa de construção de imóveis. Para a abertura dessa empresa foram investidos R$ 100.000,00, sendo esse capital de dois sócios. Parte do faturamento da empresa, dez ou quinze por cento, seriam retornados aos investidores com os juros pagos pelo mercado. Todos os trabalhadores seriam os seus sócios, com os lucros sendo divididos de acordo com as realizações. A maneira de divisão do capital seria descrita no contrato social da empresa. Acaba-se com a exploração dos trabalhadores e com o predomínio do capital. A sociedade, enfim, passaria a ser regida pelo trabalho.

10. A falácia do desemprego

A falta de emprego é culpa dos homens, pois não falta trabalho para os indivíduos. Quero dizer que há muito por fazer na sociedade. Por exemplo, há milhões de casas a serem construídas, instalação de saneamento básico, construção de estradas, portos, produção de alimentos, petróleo, limpeza das ruas, enfim, basta andar em qualquer lugar do mundo que encontraremos vários serviços ainda por fazer. Não há motivo, então, para termos pessoas desocupadas. O que há é falta de qualificação para as pessoas conquistarem os postos abertos.

Além dessa falácia, há os que colocam a culpa na informatização. Ao contrário do que se fala normalmente, a informatização não retira empregos das pessoas, e sim elimina empregos de baixo nível intelectual, além de criar outros de padrão intelectual mais elevado.

Os Governos precisam estimular a saída da população dos grandes centros, dando incentivos de casas populares e formação adequada para os indivíduos conseguirem emprego em áreas menos urbanizadas, que necessitam da força de trabalho para crescimento. O modelo atual concentra a riqueza nas metrópoles e faz com que se perca enorme tempo com trânsito, diminuindo a qualidade de vida da população. Os indivíduos respondem rapidamente a isso, pois em toda História vimos movimentos migratórios, sendo intensificados no século XX.

Há necessidade, ainda, de dar estímulos e crédito para a construção de moradias e saneamento básico no mundo, pois há uma deficiência enorme. Só no Brasil, são 8 milhões de moradias a serem construídas. Esse tipo de empreendimento, além de necessário, fornece emprego para milhares de pessoas e aquece a economia em grande escala, pois há compra de materiais de construção e de móveis e utensílios para a casa.

11. O motor keppeano

A ciência chegou próximo de obtermos a energia livre. Nas experiências do Instituto Keppe & Pacheco, através do livro “Nova Física da Metafísica Desinvertida”, de Norberto Keppe, foi desenvolvido um novo conceito de motor. Descobriu-se uma forma de energia escalar, presente na própria natureza, em que se consegue captá-la através do magnetismo e gerar energia elétrica. Esses motores já estão sendo desenvolvidos em forma de protótipos e as experiências mostram que consomem 20 vezes menos energia que os motores convencionais. Ele necessita de energia elétrica para ser ligado, depois funciona de maneira ilimitada sem consumo de energia convencional.

Essa será a nossa libertação para o consumo livre de energia, reduzindo enormemente os custos de vida e principalmente desenvolvendo nossas empresas e indústrias. Será, sem dúvida, a grande alternativa à indústria do petróleo, que gera tantas guerras e destruições ao planeta.
Com essas descobertas, com o pagamento das dívidas e com o enxugamento do Estado, poderemos reduzir gradualmente os impostos, pois os custos serão reduzidos enormemente.

12. A Nova Constituição: sintética e regida por princípios

É impressionante a quantidade de leis existentes no Brasil. Foi criada uma indústria jurídica tão complexa, que nem os juristas mais gabaritados conseguem captar toda a nossa legislação. Algo irracional, pois a lei foi feita para o povo, mas nem os especialistas a dominam.

No direito brasileiro vale a regra do que está escrito, contrariando muitas vezes princípios básicos e universais. Proponho, então, apenas uma constituição sintética e regida por princípios e a jurisprudência para substituir todas as leis e códigos existentes. A lei deve ser simples e feita de forma que todo o povo entenda. Por que uma legislação tributária tão complexa? Por que temos o rito do Processo tão longo? Criamos uma estrutura incrível que dificulta a vida do cidadão, gerando uma indústria de advogados e processos judiciais.

O judiciário tem a figura do juiz conciliador que considero o modelo de resolução de todos os conflitos no futuro. Os conflitos da sociedade têm de ser resolvidos por meio do diálogo e de acordos, que não precisariam necessariamente de advogados, mas apenas de mediadores entre as partes. Numa sociedade civilizada, em que os indivíduos possuem a noção do bem comum, os conflitos diminuem de maneira relevante. Além disso, com um modelo baseado nos costumes, como no caso da Inglaterra, as decisões de um caso semelhante possuem efeito vinculante para todos os outros, ficando bem mais simples a resolução desses conflitos.

O ideal é que todo cidadão tenha conhecimento da lei e que não precise de intermediários para resolver os seus problemas. Acabaremos com a complexidade desnecessária do meio jurídico e daremos ao povo a oportunidade de conhecer as normas que regem a sua vida.

13. Homeopatia e Psicologia como medicina do futuro

Já é de conhecimento de algumas correntes da psicologia e da medicina psicossomática que toda doença é proveniente da mente do indivíduo. Há uma somatização para o corpo do invidíduo dos sentimentos degenerativos e problemas de comportamento não conscientizados. A medicina tradicional é uma forma paliativa, que combate o efeito e não a causa das doenças.

É nesse contexto que a psicologia e as técnicas de psicanálise são fundamentais para o autoconhecimento do ser humano e para a cura de suas doenças, pois ele terá o seu sistema imunológico fortalecido através dessa conscientização. É certo que esse paradigma irá durar muito tempo para ser mudado, pois há o interesse da indústria de medicamentos, que é uma das mais fortes do mundo.

Antes que esse paradigma seja quebrado, considero a homeopatia como uma terapia de transição. Desenvolvida pelo médico Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), ela consiste em fornecer doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em indivíduos saudáveis. Com isso, o sistema imunológico do indivíduo é estimulado, sem ser agredido.

Com um modelo de sociedade evoluído, como o comunismo apresentado aqui, diminuiremos as tensões e conflitos do cotidiano, aumentando a qualidade de vida. Diminui-se o estresse e as doenças, necessitando de menos gastos públicos e privados com saúde. Em um futuro não muito distante, as doenças serão controladas, sendo necessários apenas médicos nas emergências e hospitais de traumas.

14. A alimentação vegetariana

Posso afirmar que o modelo ideal de alimentação é o vegetariano. Isso é constatado facilmente analisando os fatores orgânico, ambiental, social e humanitário.

Do ponto de vista orgânico, as carnes, principalmente as vermelhas, são de difícil digestão e possuem muitas toxinas, estimulando a formação de alguns tipos de câncer, como o de intestino. Além disso, temos vários grãos que podem substituir a proteína das carnes, como quinoa, milho, ervilha e feijão.

Na questão ambiental, é preciso destruir enormes áreas de florestas e áreas verdes para a criação de animais. Além disso, há grande quantidade de gases produzidos por esses animais, que lançam metano no meio ambiente.

Ao analisar a questão social, é necessário vasto quantitativo de produção de alimentos para a ingestão dos animais, que poderiam ser produzidos para os humanos. Além disso, há uma quantidade enorme de terra reservada à criação desses animais, que poderiam ser utilizadas para a agricultura, conseguindo uma maior produtividade.

Por último, a questão humanitária diz respeito à defesa aos animais, que sofrem bastante nos matadouros, não sendo compatível com o grau de evolução dos humanos, já que temos outras fontes de alimentação sem provocar essa destruição e esse sofrimento.

15. Esperanto como língua universal

O Esperanto é uma língua universal planejada, que foi criada por Ludwik Lejzer Zamenhof em 1887 para facilitar a aprendizagem. É uma língua neutra, que poderá ser utilizada por todos os povos como a sua segunda língua, facilitando a comunicação e eliminando as dificuldades culturais de um novo idioma.

Com o fenômeno da globalização, é essencial a escolha de uma língua de fácil aprendizagem para todos os povos. Atualmente, o inglês faz esse papel, porém há antipatias culturais em vários países, pelo crescente antiamericanismo.

O esperanto deveria ser a língua oficial da ONU e a segunda língua de todos os povos, sendo o seu ensino obrigatório em todas as escolas, objetivando maior integração entre os povos.

16. Um mundo sem fronteiras

A globalização foi o início do processo para a abertura das fronteiras. Devemos sonhar com a declaração dos direitos humanos cumprida em todos os países, com as portas abertas aos cidadãos do mundo.

Isso já acontece na União Européia, mas deve ser expandido. A política de barrar os imigrantes deve ser combatida, pois é uma aberração humanitária e econômica, já que estudos mostram que é vantajoso para os países desenvolvidos receber essas pessoas, pois ocupam postos em que faltam profissionais, gerando riqueza a esses países.

A ONU é o germe de um Governo Universal, em que irá se estabelecer uma sociedade comunista, baseada no sistema produtivista, em que o trabalho será a sua principal moeda. Não existirá fome, doenças e todos os problemas sociais terão sido resolvidos. A tecnologia cuidará do trabalho pesado e os homens terão a tarefa de trabalhar o seu intelecto, desenvolver sua inteligência emocional e amar o seu próximo em um mundo sem fronteiras.

Marcelo Brito Sener

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tsunami no Japão

O mundo está assustado com as várias tragédias dos últimos anos. Fenômenos que estão cada vez mais frequentes, muitos deles intensificados pelo aquecimento global. Dessa maneira, o conhecimento espiritualista e a ciência são a melhor forma para entender esses eventos numa visão mais abrangente.

Muito escritos antigos fizeram a previsão do que ocorre hoje, como as profecias de Nostradamus, o evangelho, as profecias maias e muitos outros textos antigos. Na obra "Mensagens do Astral", da década de 50, o espírito Ramatís, através da psicografia de Hercílio Maes faz um compacto sobre esses acontecimentos, explicando as profecias e o planejamento para o planeta Terra.

Nosso planeta não é o único a ter vida no universo, sendo um grão de areia dentro da sua imensidão. Existe, então, um planejamento para o universo, que vive ciclos de expansão e contração, sem início nem fim. Dentro desse planejamento, os planetas evoluem em sua geografia e em sua espiritualidade. O planeta Terra vive um momento de transição, em que será beneficiado por mudanças climáticas e por uma limpeza dos espíritos ignorantes.

Segundo a obra de Ramatís, existe um grande astro que se aproxima do planeta, produzindo interferência magnética. Essa mudança ocasionará a verticalização do eixo da Terra, causando aquecimento global e melhoria para o clima do planeta. Com a mudança física, vários eventos catastróficos causarão mortes e desespero, com dois terços da população mundial entre esses mortos.

O que muitos acham que será o fim, na verdade trata-se de um período de transição, buscando a melhoria física e moral do nosso planeta. Os sobreviventes ficarão com a missão de reconstruir o planeta, ganhando novas áreas ricas em recursos naturais, onde hoje se encontram as geleiras e oceanos.

Essa será a hora prevista por Jesus para os da direita e esquerda. Os mais evoluídos herdarão um planeta a ser construído, um mundo de regeneração espiritual; os menos evoluídos terão seus espíritos deslocados para um planeta na Era pré-histórica, em que poderão dar vazão aos seus instintos mais primitivos, porém irão contribuir para a sua evolução. Novamente, criarão a lenda dos anjos caídos, sentindo em seu íntimo a saudade do mundo que desprezaram.

No Japão, vimos um exemplo do que acontecerá em vários outros países do globo, sendo muitos eventos com proporções maiores.

A caridade e o amor ao próximo sempre foram o caminho mais rápido para a paz espiritual!

Paz e luz,

Marcelo Brito Sener