quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Orquídea Mística: A ATLÂNTIDA - Energia Vril - O Quinto Elemento !?!...
Orquídea Mística: A ATLÂNTIDA - Energia Vril - O Quinto Elemento !?!...: Achei muito interessante o texto abaixo e compartilho com vocês! Extraídos do livro “Akhenaton” “A Atlântida não era apenas uma ilha, mas ...
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Hipnose
Por Renan Almeida
O estado de transe modifica a atividade cortical e ativa o sistema
nervoso parassimpático, liberando neurotransmissores que reduzem o
estresse e a ansiedade. Este estado é benéfico para a saúde,
contribuindo para o reforço do sistema imunológico e aumentando a
plasticidade cerebral. Quarenta minutos de hipnose equivalem a duas
horas de sono biológico.
O estado de transe em si é benéfico para a saúde, pois provoca
modificações positivas do organismo como a inibição da produção
de cortisol pelas suprarrenais, normalização da pressão arterial,
modificação do padrão respiratório, aumento da neurogênese na
região do hipocampo.
A hipnose não é milagre! Tudo que se faz em hipnose pode ser feito
sem hipnose. A grande vantagem desta ferramenta é que você passa
a fazer melhor o que já faz bem. Ela trabalha com as potencialidades
preexistentes no organismo liberando nosso potencial e promovendo o
equilíbrio interno.
A hipnose é caracterizada por uma modificação na atenção
acompanhada de um relaxamento muscular que produz alterações no
padrão de funcionamento do cérebro, deixando o sujeito mais
suscetível à sugestões. Em momento nenhum você fica inconsciente e
muito menos dorme. Hipnose não é sono, é uma condição de
fixação da atenção.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Cientistas chegam perto da "particula de Deus"
Os cientistas chegaram perto da confirmação da partícula "Bóson de Higgs", mais conhecida como "partícula de Deus". É a ciência descobrindo o conhecimento iniciático antigo, sendo revelado de forma mais clara pela Doutrina Espírita, de Allan Kardec, como "fluido cósmico universal", substância inicial geradora de toda a matéria. Vale lembrar que essas revelações foram feitas em 1857, na primeira edição do "Livro dos Espíritos".
Mais detalhes no link:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/07/120704_entenda_higgs_atualiza_pai.shtml
Mais detalhes no link:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/07/120704_entenda_higgs_atualiza_pai.shtml
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Lição de um pai preto relatada pelo irmão José Queid Tufaile
A reunião mediúnica semanal no centro espírita, na sua fase teórica, desenrola-se sob a explanação do "Evangelho Segundo o Espiritismo". Os membros da seleta assistência ouviam a lição atentamente. Sobre a mesa, a água a ser fluidificada e o Evangelho aberto na lição nona do capítulo dez: "O argueiro e a trave no olho".
Dr. Anestor, o dirigente dos trabalhos, tecia as últimas considerações a respeito da lição daquela noite. o ambiente estava impregnado das fortes impressões deixadas pelas palavras do Mestre: "Por que vês tu o argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu?" Findos os esclarecimentos, apagaram-se as luzes principais para que se desse abertura à comunicação dos espíritos.
Um dos presentes fez a prece e deu-se início às manifestações mediúnicas. Pequenas mensagens de consolo e de apoio foram dadas aos presentes. Quando se abriu o espaço destinado à comunicação das entidades não habituais e aos espíritos necessitados, ocorreu o inesperado: a médium Letícia, moça de educação esmerada, traços delicados, de quase trinta anos, dez dos quais dedicados à educação da mediunidade, sentiu profundo arrepio percorrendo-lhe o corpo. Nunca, nas suas experiências de intercâmbio, tinha sentido coisa parecida. Tomada por uma sacudidela incontrolável, suspirou profundamente e, de forma instantânea, foi "dominada" por um espírito. Letícia nunca tinha visto tal coisa: estava consciente, mas seus pensamentos mantinham-se sob o controle da entidade, que tinha completo domínio da sua psiquê.
O dirigente, como de sempre fez nos seus vinte e tantos anos de prática espírita, deu-lhe as boas-vindas em nome de Jesus:
- Seja bem-vindo, irmão, nesta casa de caridade - disse-lhe dr. Anestor.
O espírito respondeu:
- Zi-boa noite, zi-fio. Suncê me dá licença pra eu me aproximá de seus trabaios, fio?
- Claro, meu companheiro, nosso centro espírita está aberto a todos os que desejam progredir - respondeu o diretor dos trabalhos.
Os presentes perceberam que o espírito comunicante era um preto velho, entidade que habitualmente se comunica em terreiros de umbanda. O preto velho continuou:
- Vós mecê não tem aí uma cachaçinha pra eu bebê, zi-fio?
- Não, não temos - respondeu-lhe dr. Anestor.
- Você precisa se libertar desses costumes que traz de terreiros, o de beber bebidas alcoólicas. O espírito precisa evoluir - continuou o dirigente.
- Vos mecê não tem aí um pito? Tô com vontade de pitá um cigarrinho, zi-fio.
- Ora, irmão, você deve deixar o hábito adquirido nas sessões de umbanda se quer progredir. Que benefícios traria isso a você?
O preto velho respondeu:
- Zi-preto véio gostou muito de suas falas, mas suncê e mais alguns dos que aqui estão não faz uso do cigarro lá fora, zi-fio? Suncê mesmo não toma suas bebidinhas nos fins de sumana? Vós mecê pode me explicá a diferença que tem o seu espírito que bebe "whisky", no fim de sumana, do meu espírito que quer beber aqui? Ou explicá pra mim a diferença do cigarrinho que suncê queima na rua daquele que eu quero pitá aqui dentro?
O dirigente não pôde explicar, mas ainda tentou arriscar:
- Ora, meu irmão, nós estamos num tempo espírita e é preciso respeitar o trabalho de Jesus.
O preto velho retrucou, agora já não mais falando como tal:
- Caro dirigente, na escola espiritual da qual faço parte, temos aprendido que o verdadeiro templo não se constitui nas quatro paredes a que chamais centro espírita. Para nós, estudiosos da alma, o verdadeiro templo é o templo do espírito, e é ele que não deve ser profanado com o uso do álcool e do fumo, como vem sendo feito pelos senhores. O exemplo que tens dado à sociedade, perante estranhos e mesmo familiares, não tem sido dos melhores. O hábito, mesmo social, de beber e fumar, deve ser combatido por todos os que trabalham na Terra em nome do Cristo. A lição do próprio comportamento é que é fundamental na vida de quem quer ensinar.
Houve profundo silêncio diante de argumentos tão seguros. Pouco depois, o espírito continuou:
- Desculpem a visita que fiz hoje e o tempo que tomei do seu trabalho. Vou-me embora para o lugar de onde vim, mas antes queria deixar a vocês um conselho: que tomassem cuidado com suas obras, pois, como diria, Nosso Senhor, tem gente "coando mosquito e engolindo camelo". Cuidado, irmãos, muito cuidado! Deixo a todos um pouco da paz que vem de Deus, com meus sinceros votos de progresso a todos que militam nesta respeitável seara.
Deu uma sacudida na médium, como nas manifestações de umbanda, e afastou-se para o mundo invisível. O dirigente ainda quis perguntar-lhe o porquê de falar "daquela forma". Não houve resposta. No ar ficou um profundo silêncio, uma fina sensação de paz e uma importante lição: lição para os confrades meditarem.
Extraído da obra "Samadhi"
Ramatís
Psicografia de Norberto Peixoto
domingo, 18 de março de 2012
Novas evidências indicam que a meditação fortalece o cérebro
Pesquisadores americanos descobriram mais evidências de que
meditar fortalece o cérebro.
Estudos anteriores feitos pela Universidade da Califórnia
(UCLA), nos Estados Unidos, já haviam sugerido que meditar durante anos torna o
cérebro mais espesso e fortalece conexões entre células cerebrais.
As novas pesquisas feitas pela mesma equipe californiana
revelaram ainda mais benefícios associados à prática. Os resultados foram
publicados pela revista Frontiers in Human Neuroscience.
O cientista Eileen Luders e seus colegas do Laboratory of
Neuro Imaging da UCLA dizem ter encontrado indícios de que pessoas que meditam
durante muitos anos têm quantidades maiores de dobras no córtex cerebral do que
pessoas que não meditam. Isso poderia acelerar o processamento de informações.
A equipe também encontrou uma relação direta entre a
quantidade de dobras e o número de anos durante os quais a pessoa meditou.
Isso pode talvez ser mais uma prova da neuroplasticidade do
cérebro - a habilidade do órgão de se alterar, ou se adaptar, em resposta a
estímulos externos.
Córtex
O córtex é a camada externa do cérebro e tem papel
fundamental na memória, atenção, pensamento e consciência.
Os dobramentos corticais são o processo pelo qual a
superfície do cérebro se altera para criar sulcos e dobras. Sua formação pode
promover e melhorar os processos nervosos.
Presume-se, portanto, que quanto mais dobras se formam,
maior a capacidade do cérebro de processar informações, tomar decisões e formar
memórias.
"Em vez de simplesmente comparar pessoas que meditam
com as que não meditam, queríamos ver se havia uma relação entre a quantidade
de prática da meditação e o grau de alteração do cérebro", disse Luders.
"Quer dizer, associar o número de anos de meditação com a incidência das
dobras".
Testes
Os pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética em
50 praticantes de meditação - 28 homens e 22 mulheres. Esse grupo foi comparado
a outro, de não praticantes, com idade e sexo equivalentes.
Os praticantes haviam meditado em média 20 anos. Os tipos de
meditação eram variados, entre eles, Zen e Vipassana.
A equipe disse ter encontrado grandes diferenças na
incidência das dobras em participantes que praticavam meditação.
Para os pesquisadores, a revelação mais interessante foi a
correlação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de
dobras, especialmente em uma estrutura do cérebro conhecida como ínsula.
Sabe-se que essa estrutura está associada às emoções
humanas. E que lesões na ínsula podem resultar em apatia, perda de libido e
alterações na memória.
"Talvez (a descoberta) mais interessante tenha sido a
relação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de
dobramentos insulares".
Emoção e raciocínio
Luders mencionou estudos anteriores que indicam que a ínsula
funcionaria como um integrador entre a emoção e o raciocínio.
"Pessoas que meditam são conhecidas por serem mestras
em introspecção e consciência, assim como em controle emocional e
autorregulação, então os resultados fazem sentido - quanto mais tempo alguém
medita, maior a a incidência das dobras na ínsula".
Luders adverte que fatores genéticos e ambientais podem ter
contribuído para os efeitos observados.
Ainda assim, "a relação positiva entre as dobras e o
número de anos de prática dá suporte à ideia de que a meditação aumenta a
incidência das dobras".
Fonte: BBC Brasil
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Número de casas vazias supera déficit habitacional do País, indica Censo 2010
Os primeiros dados do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de domicílios vagos no País é maior que o déficit habitacional brasileiro.
Existem hoje no Brasil, segundo o censo, pouco mais de 6,07 milhões de domicílios vagos, incluindo os que estão em construção. O número não leva em conta as moradias de ocupação ocasional (de veraneio, por exemplo) nem casas cujos moradores estavam temporariamente ausentes durante a pesquisa.
Mesmo assim, essa quantidade supera em cerca de 200 mil o número de habitações que precisariam ser construídas para que todas as famílias brasileiras vivessem em locais considerados adequados: 5,8 milhões.
Esse déficit habitacional foi calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) com base em outro levantamento do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O déficit soma a quantidade de famílias que declaram não ter um teto, que habitam em locais inadequados ou que compartilham uma mesma moradia e pretendem se mudar. Não leva em conta as famílias que vivem em casas adequadas de aluguel.
Maior número de casas vazias está em São Paulo
O censo mostrou que São Paulo é o estado com o maior número de domicílios vagos. O número de moradias vazias chega a 1,112 milhão. Já de acordo com o Sinduscon-SP, são 1,127 milhão de famílias sem teto ou sem uma casa adequada. Portanto, na hipótese de que essas casas vagas fossem ocupadas por uma família, só 15 mil moradias precisariam ser construídas para solucionar o déficit habitacional do estado.
Minas Gerais é o segundo estado com o maior número de habitações vazias. São cerca de 689 mil, segundo o censo. Se todas as 444 mil famílias que compõem o déficit habitacional de Minas estimado pelo Sinduscon-SP mudassem para uma das moradias vagas, ainda sobrariam 245 mil domicílios desocupados.
Para o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, ex-secretário de Planejamento da cidade e do estado de São Paulo, os números do censo e do déficit habitacional indicam uma incoerência. Para ele, a quantidade domicílios vazios reforça a teoria de mau aproveitamento deles.
Em entrevista, Wilheim lembrou, porém, que não se pode afirmar que todas essas casas poderiam ser habitadas já. Os domicílios vazios, segundo ele, têm diferentes características, que ainda não foram divulgadas pelo IBGE. Muitas casas, inclusive, são propriedades cujo valor não é compatível para atender à demanda das famílias que compõem o déficit habitacional.
Políticas para reocupar moradias
De acordo com o Sinduscon-SP, 77% das famílias sem teto ou que vivem em locais inadequados têm renda mensal de até três salários mínimos (R$ 1.530 atualmente). Já 62% das famílias que dividem uma mesma moradia e desejam mudar estão na mesma faixa de renda.
Devido a isso, Wilheim entende que para resolver o problema de habitação do País são necessárias políticas públicas. Para ele, essas políticas poderiam estimular a reocupação de moradias vazias e, principalmente, as que estão abandonadas há anos.
“Precisamos de uma intervenção do Poder Público para desatar este nó [o déficit habitacional]”, disse. “Tem que haver uma intervenção para desapropriar os imóveis que estão abandonados há muito tempo para sua reposição no mercado”, completou.
O coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi Pereira, também considera o número de domicílios vagos paradoxal. Ele ressaltou que, seguramente, muitas dessas moradias não serviriam para acabar com o déficit habitacional do País até porque estão vazias temporariamente, à espera de um inquilino ou comprador. Entretanto, defende que medidas como a taxação progressiva de imóveis desocupados poderia minimizar a situação.
Pereira lembrou, ainda, o exemplo da cidade de São Paulo, que passa a cobrar o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de imóveis considerados ociosos progressivamente a partir do ano que vem. O imposto desses imóveis, que hoje varia entre 0,8% e 1,8% do seu valor, pode chegar a 15% com o passar dos anos.
“Isso vai inibir a manutenção do imóvel vazio”, explicou, lembrando que só na capital paulista o número desses imóveis chega a 290 mil. “O dinheiro arrecadado com o aumento de imposto deve ser usado para construção de novas casas que atendam a população incluída no déficit habitacional da cidade".
O Ministério da Cidades, responsável pelas políticas de habitação do país, informou em nota que o governo federal criou no ano passado o programa Minha Casa, Minha Vida visando a reduzir o déficit habitacional brasileiro em 1 milhão de unidades. O órgão não comentou a diferença entre o número de imóveis vazios e a demanda por moradia no País. Afirmou, porém, que a construção de 816 mil casas já foi contratada. Dessas, 40% serão destinadas a famílias com renda mensal até R$ 1.395.
Fonte: Agência Brasil
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