domingo, 13 de setembro de 2009

USO E ABUSO

Por André Luiz

O uso é o bom-senso da vida e o metro da caridade.
Vida sem abuso, consciência tranqüila.

Uso é moderação em tudo.
Abuso é desequilíbrio.
O uso exprime alegria.
Do abuso nasce a dor.

Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção.
Por isso, muitas vezes, o uso chama-se “abstenção”.

O uso cria a reminiscência confortadora.
O abuso forja a lembrança infeliz.

Saber fazer significa saber usar.
Todos os objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exigem uso adequado, sem o que surge o erro.
Doença – abuso da saúde.
Vício – abuso do hábito.
Supérfluo – abuso do necessário.
Egoísmo – abuso do direito.

Todos os aspectos menos bons da existência constituem abusos.
O uso é a lei que constrói.
O abuso é a exorbitância que desgasta.

Eis por que progredir é usar bem os empréstimos de Deus.

(Do livro "Estude e Viva", Espíritos Emmanuel e André Luiz, psicografia Francisco Cândido Xavier)

AMAI-VOS

"Não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade." - João. (I JOÃO, 3:18.)

Por norma de fraternidade pura e sincera, recomenda a Palavra Divina: "Amai-vos uns aos outros.
Não determina seleções.
Não exalta conveniências.
Não impõe condicionais.
Não desfavorece os infelizes.
Não menoscaba os fracos.
Não faz privilégios.
Não pede o afastamento dos maus.
Não desconsidera os filhos do lar alheio.
Não destaca a parentela consanguínea.
Não menospreza os adversários.
E o apóstolo acrescenta:
"Não amemos de palavra, mas através das obras, com todo o fervor do coração.
O Universo é o nosso domicílio.
A Humanidade é a nossa família.
Aproximemo-nos dos piores, para ajudar.
Aproximemo-nos dos melhores, para aprender.
Amarmo-nos, servindo uns aos outros,
não de boca, mas de coração,
constitui para nós todos o glorioso caminho de ascensão.
EMMANUEL
(Do livro "Vinha de Luz", Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier, FEB)

PONDERAÇÃO

Por Bezerra de Menezes

Diante do mal quantas vezes!...

Censuramos o próximo...

Desertamos do testemunho da paciência...

Criticamos sem pensar...

Abandonamos companheiros infelizes à própria sorte...

Esquecemos a solidariedade...

Fugimos ao dever de servir...

Abraçamos o azedume...

Queixamo-nos uns dos outros...

Perdemos tempo em lamentações...

Deixamos o campo das próprias obrigações...

Avinagramos o coração...

Desmandamo-nos na conduta...

Agravamos problemas...

Aumentamos o próprios débitos...

Complicamos situações...

Esquecemos a prece...

Desacreditamos a fraternidade...

E, às vezes, olvidamos até mesmo a fé viva em Deus...

Entretanto a fórmula da vitória sobre o mal ainda e sempre é aquela senha de Jesus:

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI!!...

(Do livro "Visão Nova", Bezerra de Menezes, Francisco Cândido Xavier)