domingo, 13 de setembro de 2009
USO E ABUSO
Por André Luiz
O uso é o bom-senso da vida e o metro da caridade.
Vida sem abuso, consciência tranqüila.
Uso é moderação em tudo.
Abuso é desequilíbrio.
O uso exprime alegria.
Do abuso nasce a dor.
Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção.
Por isso, muitas vezes, o uso chama-se “abstenção”.
O uso cria a reminiscência confortadora.
O abuso forja a lembrança infeliz.
Saber fazer significa saber usar.
Todos os objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exigem uso adequado, sem o que surge o erro.
Doença – abuso da saúde.
Vício – abuso do hábito.
Supérfluo – abuso do necessário.
Egoísmo – abuso do direito.
Todos os aspectos menos bons da existência constituem abusos.
O uso é a lei que constrói.
O abuso é a exorbitância que desgasta.
Eis por que progredir é usar bem os empréstimos de Deus.
(Do livro "Estude e Viva", Espíritos Emmanuel e André Luiz, psicografia Francisco Cândido Xavier)
O uso é o bom-senso da vida e o metro da caridade.
Vida sem abuso, consciência tranqüila.
Uso é moderação em tudo.
Abuso é desequilíbrio.
O uso exprime alegria.
Do abuso nasce a dor.
Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção.
Por isso, muitas vezes, o uso chama-se “abstenção”.
O uso cria a reminiscência confortadora.
O abuso forja a lembrança infeliz.
Saber fazer significa saber usar.
Todos os objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exigem uso adequado, sem o que surge o erro.
Doença – abuso da saúde.
Vício – abuso do hábito.
Supérfluo – abuso do necessário.
Egoísmo – abuso do direito.
Todos os aspectos menos bons da existência constituem abusos.
O uso é a lei que constrói.
O abuso é a exorbitância que desgasta.
Eis por que progredir é usar bem os empréstimos de Deus.
(Do livro "Estude e Viva", Espíritos Emmanuel e André Luiz, psicografia Francisco Cândido Xavier)
AMAI-VOS
"Não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade." - João. (I JOÃO, 3:18.)
Por norma de fraternidade pura e sincera, recomenda a Palavra Divina: "Amai-vos uns aos outros.
Não determina seleções.
Não exalta conveniências.
Não impõe condicionais.
Não desfavorece os infelizes.
Não menoscaba os fracos.
Não faz privilégios.
Não pede o afastamento dos maus.
Não desconsidera os filhos do lar alheio.
Não destaca a parentela consanguínea.
Não menospreza os adversários.
E o apóstolo acrescenta:
"Não amemos de palavra, mas através das obras, com todo o fervor do coração.
O Universo é o nosso domicílio.
A Humanidade é a nossa família.
Aproximemo-nos dos piores, para ajudar.
Aproximemo-nos dos melhores, para aprender.
Amarmo-nos, servindo uns aos outros,
não de boca, mas de coração,
constitui para nós todos o glorioso caminho de ascensão.
EMMANUEL
(Do livro "Vinha de Luz", Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier, FEB)
PONDERAÇÃO
Por Bezerra de Menezes
Diante do mal quantas vezes!...
Censuramos o próximo...
Desertamos do testemunho da paciência...
Criticamos sem pensar...
Abandonamos companheiros infelizes à própria sorte...
Esquecemos a solidariedade...
Fugimos ao dever de servir...
Abraçamos o azedume...
Queixamo-nos uns dos outros...
Perdemos tempo em lamentações...
Deixamos o campo das próprias obrigações...
Avinagramos o coração...
Desmandamo-nos na conduta...
Agravamos problemas...
Aumentamos o próprios débitos...
Complicamos situações...
Esquecemos a prece...
Desacreditamos a fraternidade...
E, às vezes, olvidamos até mesmo a fé viva em Deus...
Entretanto a fórmula da vitória sobre o mal ainda e sempre é aquela senha de Jesus:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI!!...
(Do livro "Visão Nova", Bezerra de Menezes, Francisco Cândido Xavier)domingo, 23 de agosto de 2009
Identificação projetiva
É lei universal que “semelhante atrai semelhante”. Por isso, o próximo é de grande instrumento para observar quem somos, mas fugimos a todo o momento da consciência que ele nos traz. Geralmente, o que deixa o indivíduo irritado no próximo é o que ele tem em si. Para não enxergar os próprios erros, ataca-se o outro, com objetivo de abafar as próprias falhas, quase sempre se fazendo de vítima. Em psicologia, o nome atribuído a isso é identificação projetiva.
Se encararmos o próximo como nosso espelho, ele será a maior fonte de autoconhecimento. A hipocrisia é uma das maiores dificuldades para o progresso humano. Esse fato foi muito explorado por Jesus e Sócrates.
Marcelo Brito Sener
Se encararmos o próximo como nosso espelho, ele será a maior fonte de autoconhecimento. A hipocrisia é uma das maiores dificuldades para o progresso humano. Esse fato foi muito explorado por Jesus e Sócrates.
Marcelo Brito Sener
As doenças
Todas as doenças têm a sua origem no campo espiritual. A matéria deletéria mental produzida pelas emoções de caráter degenerativo (egoísmo, inveja, orgulho, ira...) produz um substrato energético que forma “cristais” no perispírito, sendo posteriormente expurgado para o campo material nos desequilíbrios produzidos pela mente. A doença, então, representa a limpeza do perispírito – o corpo espiritual.
Essa matéria deletéria acumulada durante várias vidas forma um campo vibratório pesado, de baixa freqüência. Por isso os indivíduos com alto teor desses resíduos ficam presos no “purgatório”, assim denominado pela Igreja Católica. Esse “purgatório” é apenas a união de seres na mesma freqüência vibratória, segundo a lei cósmica: “semelhante atrai semelhante”.
Nessas zonas, os espíritos expurgam esses resíduos. Por estarem em freqüência baixa, não conseguem ter acesso a dimensões superiores – o chamado “céu” da Igreja, representando a união de Espíritos que vibram em alta freqüência. Cada um vibra na freqüência gerada por si, pois “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”. O amor é a energética real.
Marcelo Brito Sener
Essa matéria deletéria acumulada durante várias vidas forma um campo vibratório pesado, de baixa freqüência. Por isso os indivíduos com alto teor desses resíduos ficam presos no “purgatório”, assim denominado pela Igreja Católica. Esse “purgatório” é apenas a união de seres na mesma freqüência vibratória, segundo a lei cósmica: “semelhante atrai semelhante”.
Nessas zonas, os espíritos expurgam esses resíduos. Por estarem em freqüência baixa, não conseguem ter acesso a dimensões superiores – o chamado “céu” da Igreja, representando a união de Espíritos que vibram em alta freqüência. Cada um vibra na freqüência gerada por si, pois “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”. O amor é a energética real.
Marcelo Brito Sener
A libertação do desejo
Buda nos ofereceu uma grande rota para a felicidade: a libertação do desejo. Os indivíduos, levados pela megalomania, egoísmo e inveja, nunca se contentam com o que têm, numa busca incessante pelo ter. Eles nem se perguntam o porquê dos seus desejos. É fácil perceber a fuga da realidade que pratica a maioria dos homens.
O caminho para a felicidade, desse modo, é se contentar com o que tem, buscando o equilíbrio e mantendo a posse do necessário. Se observarmos bem, veremos que o ser humano transformou sua vida numa loucura, buscando apenas satisfazer os seus instintos. O dinheiro serve apenas para nos manter alimentados, vestidos e com um teto. O alimento nos mantém vivos; o vestuário nos protege do frio e de constrangimentos; o teto nos oferece repouso, conforto e lazer; o sexo conserva a procriação.
Analisando friamente, constata-se que colocamos como prioridade o que há de mais superficial: as necessidades sensoriais (fisiológicas), ou seja, vivemos quase como animais.
Marcelo Brito Sener
O caminho para a felicidade, desse modo, é se contentar com o que tem, buscando o equilíbrio e mantendo a posse do necessário. Se observarmos bem, veremos que o ser humano transformou sua vida numa loucura, buscando apenas satisfazer os seus instintos. O dinheiro serve apenas para nos manter alimentados, vestidos e com um teto. O alimento nos mantém vivos; o vestuário nos protege do frio e de constrangimentos; o teto nos oferece repouso, conforto e lazer; o sexo conserva a procriação.
Analisando friamente, constata-se que colocamos como prioridade o que há de mais superficial: as necessidades sensoriais (fisiológicas), ou seja, vivemos quase como animais.
Marcelo Brito Sener
"Matéria é energia condensada"
A doutrina de Sócrates e Platão nos ofereceu, de forma simples, o conhecimento do campo espiritual. Eles ensinaram ser este mundo cópia do mundo real - o mundo das idéias.
Esse mundo das idéias é o campo vibracional da energia livre. Depois que Einstein nos mostrou que matéria é energia condensada ficou mais fácil constatar esse conhecimento.
Com isso, a matéria é formada pela energia livre. O que muda entre a matéria e energia é a freqüência vibratória. Tudo o que existe é formado primeiro no campo da energia livre, para depois se condensar. O nosso corpo, então, é a soma do molde espiritual com a carga genética ancestral.
Fica difícil entender a vida de forma profunda se apenas analisamos a sua superfície. É como tentar analisar um jogo de futebol só pelos gritos e reações da torcida.
Marcelo Brito Sener
Esse mundo das idéias é o campo vibracional da energia livre. Depois que Einstein nos mostrou que matéria é energia condensada ficou mais fácil constatar esse conhecimento.
Com isso, a matéria é formada pela energia livre. O que muda entre a matéria e energia é a freqüência vibratória. Tudo o que existe é formado primeiro no campo da energia livre, para depois se condensar. O nosso corpo, então, é a soma do molde espiritual com a carga genética ancestral.
Fica difícil entender a vida de forma profunda se apenas analisamos a sua superfície. É como tentar analisar um jogo de futebol só pelos gritos e reações da torcida.
Marcelo Brito Sener
O que motiva o ser humano?
Uma das perguntas mais realizadas sobre o ser humano é o que o motiva. Pode-se dizer que ele é motivado pela felicidade, pelo amor e pelas necessidades materiais (fisiológicas).
A felicidade é o que move todas as suas ações, pois em todas elas há o objetivo implícito de ser feliz. Mesmo nos casos de equívocos, o indivíduo sempre acredita fazer o melhor para si.
É fácil perceber que todos têm a necessidade de amar e ser amado. Aristóteles disse ser o homem um animal social. Essa vida em sociedade pede a reciprocidade do amor. Ele é o único caminho para a felicidade. Todos os seres deste mundo que viveram a felicidade relativa de um planeta conturbado passaram necessariamente pelo amor. Esses seres ficaram imortalizados perante a humanidade.
Já as necessidades materiais correspondem à superfície do ser, sendo de caráter meramente fisiológico. A vida pede alimento, roupa, teto e sexo simplesmente por uma questão de sobrevivência. Pena constatar que a maior parte da humanidade vive apenas na sensação, ou seja, no instinto.
Dessa maneira, as necessidades materiais respondem pela sobrevivência do corpo, sendo o amor o responsável pelo equilíbrio da alma. Ele é o caminho para a felicidade.
Marcelo Brito Sener
A felicidade é o que move todas as suas ações, pois em todas elas há o objetivo implícito de ser feliz. Mesmo nos casos de equívocos, o indivíduo sempre acredita fazer o melhor para si.
É fácil perceber que todos têm a necessidade de amar e ser amado. Aristóteles disse ser o homem um animal social. Essa vida em sociedade pede a reciprocidade do amor. Ele é o único caminho para a felicidade. Todos os seres deste mundo que viveram a felicidade relativa de um planeta conturbado passaram necessariamente pelo amor. Esses seres ficaram imortalizados perante a humanidade.
Já as necessidades materiais correspondem à superfície do ser, sendo de caráter meramente fisiológico. A vida pede alimento, roupa, teto e sexo simplesmente por uma questão de sobrevivência. Pena constatar que a maior parte da humanidade vive apenas na sensação, ou seja, no instinto.
Dessa maneira, as necessidades materiais respondem pela sobrevivência do corpo, sendo o amor o responsável pelo equilíbrio da alma. Ele é o caminho para a felicidade.
Marcelo Brito Sener
domingo, 9 de agosto de 2009
"Sempre que me relacionar com alguém, que eu me considere a criatura mais ínfima de todas e que encare o outro como supremo do fundo de meu coração!
Quando eu vir seres de natureza perversa, oprimidos por tormentos e pecados violentos, que eu considere de alto valor essas criaturas raras como se tivesse encontrado um precioso tesouro!
Quando os outros, por inveja, me tratarem mal com insultos, calúnias e atitudes semelhantes, que eu sofra a derrota e ofereça a vitória aos outros!
Quando aquele, a quem beneficiei com grande esperança, me ferir profundamente, que eu possa encará-lo como meu supremo guru!
Enfim, que eu possa, direta ou indiretamente, oferecer benefícios e felicidade a todos os seres, que eu em segredo possa assumir nos meus ombros a dor e o sofrimento de todos os seres!"
Langri Thangpa
Quando eu vir seres de natureza perversa, oprimidos por tormentos e pecados violentos, que eu considere de alto valor essas criaturas raras como se tivesse encontrado um precioso tesouro!
Quando os outros, por inveja, me tratarem mal com insultos, calúnias e atitudes semelhantes, que eu sofra a derrota e ofereça a vitória aos outros!
Quando aquele, a quem beneficiei com grande esperança, me ferir profundamente, que eu possa encará-lo como meu supremo guru!
Enfim, que eu possa, direta ou indiretamente, oferecer benefícios e felicidade a todos os seres, que eu em segredo possa assumir nos meus ombros a dor e o sofrimento de todos os seres!"
Langri Thangpa
domingo, 2 de agosto de 2009
Solicitação fraterna
Ajude com a sua oração a todos os irmãos:
que jamais encontram tempo ou recursos para serem úteis a alguém;
que se declaram afrontados pela ingratidão, em toda parte;
que trajam os olhos de luto para enxergarem o mal, em todas as situações;
que contemplam mil castelos nas nuvens, mas que não acendem nem uma vela no chão;
que somente cooperam na torre de marfim do personalismo, sem lhe descerem os degraus para colaborar com os outros;
que se acreditam emissários especiais e credores dos benefícios da exceção;
que devoram precioso tempo dos ouvintes, falando exclusivamento de si;
que desistem de continuar aprendendo na luta humana;
que exibem o realejo da desculpa para todas as faltas;
que sustentam a vocação de orquídeas no salão do mundo;
que se julgam centros compulsórios das atenções gerais;
que fazem o culto sistemático à enfermidade e ao obstáculo.
São doentes graves que necessitam do Amparo Silencioso.
André Luiz
Psicografia de Chico Xaiver,
do livro "Agenda Cristã"
que jamais encontram tempo ou recursos para serem úteis a alguém;
que se declaram afrontados pela ingratidão, em toda parte;
que trajam os olhos de luto para enxergarem o mal, em todas as situações;
que contemplam mil castelos nas nuvens, mas que não acendem nem uma vela no chão;
que somente cooperam na torre de marfim do personalismo, sem lhe descerem os degraus para colaborar com os outros;
que se acreditam emissários especiais e credores dos benefícios da exceção;
que devoram precioso tempo dos ouvintes, falando exclusivamento de si;
que desistem de continuar aprendendo na luta humana;
que exibem o realejo da desculpa para todas as faltas;
que sustentam a vocação de orquídeas no salão do mundo;
que se julgam centros compulsórios das atenções gerais;
que fazem o culto sistemático à enfermidade e ao obstáculo.
São doentes graves que necessitam do Amparo Silencioso.
André Luiz
Psicografia de Chico Xaiver,
do livro "Agenda Cristã"
Plantas e almas
As almas, no fundo, são semelhantes às plantas no campo imenso da vida. Repara, desse modo, o que produzes.
Corações isolados na sensibilidade egoística, receando dissabores no relacionamento com o próximo, parecem cardos amargosos na terra seca.
Verbos maledicentes que encontram motivo para a crítica destruidora, nos menores acontecimentos de cada dia, simbolizam a urtiga brava, sempre disposta a ferir.
Inteligências ruidosas na reiterada exposição de nobres ideais que nunca realizam, lembram arbustos ricos de folhagem, que jamais se confiam à frutescência.
Companheiros ociosos e entediados da luta humana, em fuga das elevadas obrigações que o mundo lhes assinala, oferecem pontos de contato com o cipó absorvente que, enlaçado a outras plantas, lhes suga a vitalidade e lhes furta a existência.
Almas em sofrimento constante que sabem cultivar a fé e a esperança, ofertando a quem passa os melhores testemunhos de amor e coragem são roseiras abençoadas, produzindo flores de paz e alegria, sobre os espinheiros terrestres.
Espíritos generosos e amigos, que buscam a intimidade com a luz da compreensão e do serviço, apresentam similaridade com as copas opulentas, sempre habilitadas a socorrer quem lhe procura o regaço acolhedor, com a sombra refrigerante ou com o fruto nutriente.
Irmãos prestimosos parecem valiosas plantas medicinais, cuja essência consegue curar inquietações e feridas.
Espíritos benevolentes e sábios, no apoio incessante à Humanidade, surgem por troncos veneráveis, de que o homem retira a madeira de lei para o lar que lhe serve de berço e templo, escola e moradia.
Observa o que fazes. Por tuas demonstrações e exemplos no recanto em que o Senhor te situou, o mundo conhecer-te-á, de perto, e abençoará ou corrigirá tua vida.
Emmanuel
Psicografia de Chico Xaver,
do livro "Indulgência"
Corações isolados na sensibilidade egoística, receando dissabores no relacionamento com o próximo, parecem cardos amargosos na terra seca.
Verbos maledicentes que encontram motivo para a crítica destruidora, nos menores acontecimentos de cada dia, simbolizam a urtiga brava, sempre disposta a ferir.
Inteligências ruidosas na reiterada exposição de nobres ideais que nunca realizam, lembram arbustos ricos de folhagem, que jamais se confiam à frutescência.
Companheiros ociosos e entediados da luta humana, em fuga das elevadas obrigações que o mundo lhes assinala, oferecem pontos de contato com o cipó absorvente que, enlaçado a outras plantas, lhes suga a vitalidade e lhes furta a existência.
Almas em sofrimento constante que sabem cultivar a fé e a esperança, ofertando a quem passa os melhores testemunhos de amor e coragem são roseiras abençoadas, produzindo flores de paz e alegria, sobre os espinheiros terrestres.
Espíritos generosos e amigos, que buscam a intimidade com a luz da compreensão e do serviço, apresentam similaridade com as copas opulentas, sempre habilitadas a socorrer quem lhe procura o regaço acolhedor, com a sombra refrigerante ou com o fruto nutriente.
Irmãos prestimosos parecem valiosas plantas medicinais, cuja essência consegue curar inquietações e feridas.
Espíritos benevolentes e sábios, no apoio incessante à Humanidade, surgem por troncos veneráveis, de que o homem retira a madeira de lei para o lar que lhe serve de berço e templo, escola e moradia.
Observa o que fazes. Por tuas demonstrações e exemplos no recanto em que o Senhor te situou, o mundo conhecer-te-á, de perto, e abençoará ou corrigirá tua vida.
Emmanuel
Psicografia de Chico Xaver,
do livro "Indulgência"
terça-feira, 21 de julho de 2009
Palavras consoladoras
"A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio... Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito..."
"A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciêcia do tempo perdido."
"Confesso a vocês que não vi o tempo correr... Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta. A única coisa que espero depois da minha desencarnação é a possibilidade de poder continuar trabalhando."
"A revolução em que acredito é aquela ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que começa pela corrigenda de cada um, na base do façamos aos outros aquilo que desejamos que os outros nos façam."
"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
"A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência, a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico..."
"Emmanuel sempre me disse: - Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca..."
Chico Xavier
"A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciêcia do tempo perdido."
"Confesso a vocês que não vi o tempo correr... Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta. A única coisa que espero depois da minha desencarnação é a possibilidade de poder continuar trabalhando."
"A revolução em que acredito é aquela ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que começa pela corrigenda de cada um, na base do façamos aos outros aquilo que desejamos que os outros nos façam."
"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
"A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência, a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico..."
"Emmanuel sempre me disse: - Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca..."
Chico Xavier
terça-feira, 14 de julho de 2009
Espiritualismo universalista
Espiritualismo universalista é uma corrente de pensamento não-religiosa e anti-materialista, que combina espiritualidade e universalismo. Insere-se no contexto do espiritualismo laico e ecumênico do final do século XX e início do século XXI.
Ideologia
Espiritualismo universalista consiste em ideologia baseada nas teorias do karma e da reencarnação, a favor de que cada indivíduo, em vez de aderir, com exclusividade ou primazia, a determinado credo, sistema, doutrina, instituto, guru ou movimento, faça sua síntese pessoal das diversas correntes de pensamento relacionadas à espiritualidade (religiões, filosofias
espiritualistas e neociências transcendentais) e às demais expressões culturais da humanidade, a exemplo das manifestações da arte, da filosofia e da ciência em geral.
Tem como corolários o ecumenismo, o pluralismo, o holismo, o universalismo, a multidisciplinaridade, a transdisciplinaridade, a interdisciplinaridade e a cidadania planetária e cósmica. Simpatiza com a Psicologia Transpessoal.
Opõe-se a posturas de sectarismo, exclusivismo, fanatismo e maniqueísmo. Valoriza a liberdade de expressão, o discernimento e a dialética. Não sustenta detenção de posse da verdade relativa e/ou absoluta sob qualquer desculpa, justificativa ou alegação.
Mantém afinidade com o que Huberto Rohden chamava de anarquismo cósmico, ou seja, o autogoverno do indivíduo, em consonância com as normas da Ética universal, dissociado quer de transferência de responsabilidade a terceiros para lhe ditar o caminho evolutivo a trilhar, quer da submissão a "pacotes doutrinários", inquestionáveis e petrificados, e ao controle de conduta por instituições e autoridades sacerdotais ou equivalentes.
Princípios
Parte dos seguintes pressupostos:
As religiões são criações do gênio humano e não imposições de Deus e dos espíritos;
Não existe corrente de pensamento a monopolizar as verdades relativas ou absolutas de ponta;
Há caminhos diferentes para se atingir a evolução espiritual, dentro e fora de religiões;
Mais importa a conduta amorosa e fraterna do que a ideologia, cosmogonia, fé ou organização religiosa (ou congênere) escolhidas;
São contraproducentes e inócuas disputas por qual o melhor guru ou líder espiritual da humanidade;
Todas as contribuições ao esclarecimento espiritual e consciencial são válidas e relevantes, merecem respeito e apreciação sem preconceito, devendo-se extrair de cada ideologia o que nela houver de proveitoso ao aprimoramento do indivíduo e da sociedade.
Brasil
Os adeptos brasileiros do espiritualismo universalista são pessoas que professam espiritualidade de cunho laico e temporal ou que militam em meio religioso reencarnacionista. A maioria dos espiritualistas universalistas do Brasil tem em sua formação cultural e ideológica a influência de, ao menos, alguma destas correntes de pensamento: doutrina espírita, hinduísmo, Umbanda, Teosofia, Conscienciologia e esoterismo.
Fonte: Wikipédia
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritualismo_universalista"
Ideologia
Espiritualismo universalista consiste em ideologia baseada nas teorias do karma e da reencarnação, a favor de que cada indivíduo, em vez de aderir, com exclusividade ou primazia, a determinado credo, sistema, doutrina, instituto, guru ou movimento, faça sua síntese pessoal das diversas correntes de pensamento relacionadas à espiritualidade (religiões, filosofias
espiritualistas e neociências transcendentais) e às demais expressões culturais da humanidade, a exemplo das manifestações da arte, da filosofia e da ciência em geral.
Tem como corolários o ecumenismo, o pluralismo, o holismo, o universalismo, a multidisciplinaridade, a transdisciplinaridade, a interdisciplinaridade e a cidadania planetária e cósmica. Simpatiza com a Psicologia Transpessoal.
Opõe-se a posturas de sectarismo, exclusivismo, fanatismo e maniqueísmo. Valoriza a liberdade de expressão, o discernimento e a dialética. Não sustenta detenção de posse da verdade relativa e/ou absoluta sob qualquer desculpa, justificativa ou alegação.
Mantém afinidade com o que Huberto Rohden chamava de anarquismo cósmico, ou seja, o autogoverno do indivíduo, em consonância com as normas da Ética universal, dissociado quer de transferência de responsabilidade a terceiros para lhe ditar o caminho evolutivo a trilhar, quer da submissão a "pacotes doutrinários", inquestionáveis e petrificados, e ao controle de conduta por instituições e autoridades sacerdotais ou equivalentes.
Princípios
Parte dos seguintes pressupostos:
As religiões são criações do gênio humano e não imposições de Deus e dos espíritos;
Não existe corrente de pensamento a monopolizar as verdades relativas ou absolutas de ponta;
Há caminhos diferentes para se atingir a evolução espiritual, dentro e fora de religiões;
Mais importa a conduta amorosa e fraterna do que a ideologia, cosmogonia, fé ou organização religiosa (ou congênere) escolhidas;
São contraproducentes e inócuas disputas por qual o melhor guru ou líder espiritual da humanidade;
Todas as contribuições ao esclarecimento espiritual e consciencial são válidas e relevantes, merecem respeito e apreciação sem preconceito, devendo-se extrair de cada ideologia o que nela houver de proveitoso ao aprimoramento do indivíduo e da sociedade.
Brasil
Os adeptos brasileiros do espiritualismo universalista são pessoas que professam espiritualidade de cunho laico e temporal ou que militam em meio religioso reencarnacionista. A maioria dos espiritualistas universalistas do Brasil tem em sua formação cultural e ideológica a influência de, ao menos, alguma destas correntes de pensamento: doutrina espírita, hinduísmo, Umbanda, Teosofia, Conscienciologia e esoterismo.
Fonte: Wikipédia
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritualismo_universalista"
sábado, 11 de julho de 2009
Oportunidades de mudança oferecidas pela crise econômica
Os momentos de crise sempre fornecem instrumentos de reflexão sobre os erros cometidos pela estrutura social. Ao fazer essa reflexão, pode-se abordar temas fundamentais que levaram a essa situação: confusão entre o interesse público e o privado; estrutura empresarial ultrapassada; e incentivo ao consumismo exacerbado, gerando endividamento através do crédito.
O egocentrismo humano o leva a perder a noção entre o interesse privado e o bem comum. Em um grau elevado de civilização, o bem comum é mais importante do que os interesses particulares, porém a civilização seguiu a orientação de Adam Smith, que dizia ser o interesse individual o coletivo. Junta-se a isso teorias posteriores de entesouramento do dinheiro, como proposto por Keynes. Assim, prevaleceu uma sociedade de consumo e de acúmulo de capital. Este, passou a ser gerenciado principalmente pelos bancos, com a filosofia de crédito. Por um lado, o crédito destina dar utilidade ao dinheiro parado, mas, por outro, baseia-se em uma grande ilusão. Ele é a perspectiva de ganhar dinheiro com trabalho ou ganhos futuros, porém esse trabalho ou ganho ainda não existe de fato.
Dessa maneira, o indivíduo endivida-se com a perspectiva incerta de ganhar dinheiro futuro. Um sistema baseado em algo ilusório não pode durar muito tempo. Parafraseando Norberto Keppe: "tudo o que tem bases falsas chegará ao fim".
Toda a estrutura da sociedade foi montada no interesse privado. Até os grupos que deveriam ser os responsáveis pelo pensamento de bem comum agem de acordo com interesses de uma minoria. Venceu o egoísmo sobre o interesse coletivo.
Outro fator importante é a estrutura atual das empresas, questão essa denunciada por Marx. Os donos do capital passam a administrar as empresas, explorando o trabalho alheio. Assim, quem produz algo de fato é escravizado por algúem que forneceu o capital inicial. Este, mesmo depois de devolvido ao dono através do lucro, continua a valer simplesmente pelo início do negócio. Toda a estrutura de distribuição da renda é feita através do início do negócio, não correspondendo mais ao que a empresa é hoje. Isso leva ao acúmulo injusto do capital, pois não foi o trabalho do capitalista que o levou a ganhá-lo, mas o seu "capital inicial".
Em sua obra "Trabalho e Capital", Keppe propõe a solução para essa exploração através das empresas trilógicas. O capital inicial entraria a título de empréstimo, sendo os trabalhadores da empresa seus sócios. O lucro da empresa seria dividido proporcionalmente ao trabalho (produtividade) ou função. Assim, retira-se o mérito do ter e o coloca na ação. Os indivíduos que mais trabalham serão os maiores detentores de capital na empresa. Corrige-se, com isso, o fenômeno da exploração e do acúmulo exacerbado de capital. Nos EUA empresas com esse funcionamento têm incentivos fiscais.
Por último, vale destacar essa sociedade de consumo exacerbado. É produzido e consumido o supérfluo em nome do progresso. Os indivíduos, então, endividam-se para consumirem o que não é tão essencial para a sua vida, movidos pelo desejo gerado pela publicidade, pelo seu egoísmo, orgulho e inveja. Porém, a capacidade de endividamento chega ao limite, gerando os créditos "podres". As pessoas endividadas não compram; a indústria não produz e, assim, gera o ciclo tão conhecido da crise.
A crise, portanto, é econômica e moral. Para solucioná-la, é preciso a consciência de bem comum sobrepondo-se ao interesse particular, mudando a estrutura das empresas atuais pelo modelo trilógico. É preciso, ainda, acabar com essa publicidade exagerada, que busca vender produtos e serviços não necessários.Alguns poderão dizer que esse modelo proposto irá gerar desemprego. Basta olhar o planeta com análise crítica e se perceberá que falta emprego, mas não falta trabalho. Quantas casas, estradas, portos, aeroportos e melhorias não temos de fazer no mundo? Todos os ramos de atividade precisam ser melhorados. Isso gera trabalho para todos os habitantes do globo, porém, pelo interesse de uma minoria, temos bilhões de habitantes em situação de miséria. Essa minoria joga no lixo o nobre conceito de dignidade da pessoa humana.
Marcelo Brito Sener
O egocentrismo humano o leva a perder a noção entre o interesse privado e o bem comum. Em um grau elevado de civilização, o bem comum é mais importante do que os interesses particulares, porém a civilização seguiu a orientação de Adam Smith, que dizia ser o interesse individual o coletivo. Junta-se a isso teorias posteriores de entesouramento do dinheiro, como proposto por Keynes. Assim, prevaleceu uma sociedade de consumo e de acúmulo de capital. Este, passou a ser gerenciado principalmente pelos bancos, com a filosofia de crédito. Por um lado, o crédito destina dar utilidade ao dinheiro parado, mas, por outro, baseia-se em uma grande ilusão. Ele é a perspectiva de ganhar dinheiro com trabalho ou ganhos futuros, porém esse trabalho ou ganho ainda não existe de fato.
Dessa maneira, o indivíduo endivida-se com a perspectiva incerta de ganhar dinheiro futuro. Um sistema baseado em algo ilusório não pode durar muito tempo. Parafraseando Norberto Keppe: "tudo o que tem bases falsas chegará ao fim".
Toda a estrutura da sociedade foi montada no interesse privado. Até os grupos que deveriam ser os responsáveis pelo pensamento de bem comum agem de acordo com interesses de uma minoria. Venceu o egoísmo sobre o interesse coletivo.
Outro fator importante é a estrutura atual das empresas, questão essa denunciada por Marx. Os donos do capital passam a administrar as empresas, explorando o trabalho alheio. Assim, quem produz algo de fato é escravizado por algúem que forneceu o capital inicial. Este, mesmo depois de devolvido ao dono através do lucro, continua a valer simplesmente pelo início do negócio. Toda a estrutura de distribuição da renda é feita através do início do negócio, não correspondendo mais ao que a empresa é hoje. Isso leva ao acúmulo injusto do capital, pois não foi o trabalho do capitalista que o levou a ganhá-lo, mas o seu "capital inicial".
Em sua obra "Trabalho e Capital", Keppe propõe a solução para essa exploração através das empresas trilógicas. O capital inicial entraria a título de empréstimo, sendo os trabalhadores da empresa seus sócios. O lucro da empresa seria dividido proporcionalmente ao trabalho (produtividade) ou função. Assim, retira-se o mérito do ter e o coloca na ação. Os indivíduos que mais trabalham serão os maiores detentores de capital na empresa. Corrige-se, com isso, o fenômeno da exploração e do acúmulo exacerbado de capital. Nos EUA empresas com esse funcionamento têm incentivos fiscais.
Por último, vale destacar essa sociedade de consumo exacerbado. É produzido e consumido o supérfluo em nome do progresso. Os indivíduos, então, endividam-se para consumirem o que não é tão essencial para a sua vida, movidos pelo desejo gerado pela publicidade, pelo seu egoísmo, orgulho e inveja. Porém, a capacidade de endividamento chega ao limite, gerando os créditos "podres". As pessoas endividadas não compram; a indústria não produz e, assim, gera o ciclo tão conhecido da crise.
A crise, portanto, é econômica e moral. Para solucioná-la, é preciso a consciência de bem comum sobrepondo-se ao interesse particular, mudando a estrutura das empresas atuais pelo modelo trilógico. É preciso, ainda, acabar com essa publicidade exagerada, que busca vender produtos e serviços não necessários.Alguns poderão dizer que esse modelo proposto irá gerar desemprego. Basta olhar o planeta com análise crítica e se perceberá que falta emprego, mas não falta trabalho. Quantas casas, estradas, portos, aeroportos e melhorias não temos de fazer no mundo? Todos os ramos de atividade precisam ser melhorados. Isso gera trabalho para todos os habitantes do globo, porém, pelo interesse de uma minoria, temos bilhões de habitantes em situação de miséria. Essa minoria joga no lixo o nobre conceito de dignidade da pessoa humana.
Marcelo Brito Sener
sábado, 28 de março de 2009
Saudade e esperança
Emmanuel
Nunca demais referir-se ao imperativo da conformação e da serenidade que se deve manter na terra, em apoio daqueles que te precederam no fenômeno da morte.
Entendemos quanto dói o adeus entre aqueles que as dimensões vibratórias separam entre campos diferentes da vida. Entretanto, se te encontras entre os que lastimam a perda de seres queridos, compadece-te deles, auxiliando-lhes a sustentação com a tua própria fé.
O pensamento é mensagem com endereço. E a tua saudade, quando entretecida de angústia e pranto, é uma projeção de sombra e sofrimento que lhes arremessa em rosto, conturbando-lhes os corações ou obscurecendo-lhes os caminhos.
Sobretudo, não te revoltes contra a Divina Providência como se estivesses provocando a perpetuidade de tua dor. A desencarnação sem complexos de culpa é o melhor que pode acontecer a todos aqueles que partem no rumo de vivências novas na Vida Espiritual.
Esse companheiro deixou o corpo, depois de perigoso acidente circulatório para não ser algemado à paralisia por longos meses, aquele se desvencilhou do envoltório material, no curso de grave enfermidade, forrando-se à provação de contrair perturbações mentais irreversíveis; outro liberou-se da experiência humana, no instante áureo da juventude por haver encerrado o ciclo de resgates determinados, de modo a promover-se nas esferas de elevação; e outros ainda se desvinculam da veste física, ante o alvorecer da existência, na condição de crianças que, por força do próprio passado, nos princípios de causa e efeito, terminam processos de luta reparadora em que se achavam incursos, muitas vezes conduzidos, de um plano para outro, a fim de trocarem um corpo doente por outro mais habilitado à execução das tarefas evolutivas que lhes cabe sustentar.
Diante dos chamados mortos a quem tanto amas, não lhes agraves os problemas com as flechas vibratórias do sofrimento, marcado a fogo de inconformidade ou rebeldia.
Padecendo embora o vazio na própria alma, ilumina a saudade com as preces da esperança e envia-lhes reconforto e encorajamento, amparo e consolação.
Ora pela paz de quantos se te adiantaram na transferência para a Vida Maior e entregue-se a Deus, na certeza de que Deus, em nos criando para o amor uns pelos outros, jamais nos separaria os corações para sempre.
Do livro "Amanhece", psicografia de Francisco Cândido Xavier
Nunca demais referir-se ao imperativo da conformação e da serenidade que se deve manter na terra, em apoio daqueles que te precederam no fenômeno da morte.
Entendemos quanto dói o adeus entre aqueles que as dimensões vibratórias separam entre campos diferentes da vida. Entretanto, se te encontras entre os que lastimam a perda de seres queridos, compadece-te deles, auxiliando-lhes a sustentação com a tua própria fé.
O pensamento é mensagem com endereço. E a tua saudade, quando entretecida de angústia e pranto, é uma projeção de sombra e sofrimento que lhes arremessa em rosto, conturbando-lhes os corações ou obscurecendo-lhes os caminhos.
Sobretudo, não te revoltes contra a Divina Providência como se estivesses provocando a perpetuidade de tua dor. A desencarnação sem complexos de culpa é o melhor que pode acontecer a todos aqueles que partem no rumo de vivências novas na Vida Espiritual.
Esse companheiro deixou o corpo, depois de perigoso acidente circulatório para não ser algemado à paralisia por longos meses, aquele se desvencilhou do envoltório material, no curso de grave enfermidade, forrando-se à provação de contrair perturbações mentais irreversíveis; outro liberou-se da experiência humana, no instante áureo da juventude por haver encerrado o ciclo de resgates determinados, de modo a promover-se nas esferas de elevação; e outros ainda se desvinculam da veste física, ante o alvorecer da existência, na condição de crianças que, por força do próprio passado, nos princípios de causa e efeito, terminam processos de luta reparadora em que se achavam incursos, muitas vezes conduzidos, de um plano para outro, a fim de trocarem um corpo doente por outro mais habilitado à execução das tarefas evolutivas que lhes cabe sustentar.
Diante dos chamados mortos a quem tanto amas, não lhes agraves os problemas com as flechas vibratórias do sofrimento, marcado a fogo de inconformidade ou rebeldia.
Padecendo embora o vazio na própria alma, ilumina a saudade com as preces da esperança e envia-lhes reconforto e encorajamento, amparo e consolação.
Ora pela paz de quantos se te adiantaram na transferência para a Vida Maior e entregue-se a Deus, na certeza de que Deus, em nos criando para o amor uns pelos outros, jamais nos separaria os corações para sempre.
Do livro "Amanhece", psicografia de Francisco Cândido Xavier
Saudade
Emmanuel
Ante os mortos queridos,
Faze silêncio e ora
Ninguém pode apagar
A chama da saudade.
Entretanto se choras,
Chora fazendo o bem.
A morte para a vida
É apenas mudança
A semente no solo
Mostra a ressurreição.
Todos estamos vivos
Na presença de Deus...
Do livro Fonte de Paz, psicografia de Francisco Cândido Xavier
Ante os mortos queridos,
Faze silêncio e ora
Ninguém pode apagar
A chama da saudade.
Entretanto se choras,
Chora fazendo o bem.
A morte para a vida
É apenas mudança
A semente no solo
Mostra a ressurreição.
Todos estamos vivos
Na presença de Deus...
Do livro Fonte de Paz, psicografia de Francisco Cândido Xavier
SAUDADE E AMOR
Emmanuel
Ante as lembranças queridas dos entes amados que te precederam na Grande Transformação, é natural que as tuas orações, em auxílio a eles, surjam orvalhadas de lágrimas.
Entretanto, não permitas que a saudade se te faça desespero.
Recorda-os, efetuando, por eles, o bem que desejariam fazer.
Imagina-lhes as mãos dentro das tuas e oferece algum apoio aos necessitados.
Lembra-lhes a presença amiga e visita um doente, qual se lhe estivesses atendendo à determinada solicitação.
Distribui sorrisos e palavras de amor com os irmãos algemados a rudes provas, como se os visses falando por teus lábios e atravessarás os dias de tristeza ou de angústia com a luz da esperança no coração, caminhando, em rumo certo, para o reencontro feliz com todos eles, nas bênçãos de JESUS, em plena imortalidade.
Recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier
Ante as lembranças queridas dos entes amados que te precederam na Grande Transformação, é natural que as tuas orações, em auxílio a eles, surjam orvalhadas de lágrimas.
Entretanto, não permitas que a saudade se te faça desespero.
Recorda-os, efetuando, por eles, o bem que desejariam fazer.
Imagina-lhes as mãos dentro das tuas e oferece algum apoio aos necessitados.
Lembra-lhes a presença amiga e visita um doente, qual se lhe estivesses atendendo à determinada solicitação.
Distribui sorrisos e palavras de amor com os irmãos algemados a rudes provas, como se os visses falando por teus lábios e atravessarás os dias de tristeza ou de angústia com a luz da esperança no coração, caminhando, em rumo certo, para o reencontro feliz com todos eles, nas bênçãos de JESUS, em plena imortalidade.
Recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier
domingo, 22 de março de 2009
Estudo revela que recessão pode fazer bem à saúde
Em vez de se desesperarem com a possibilidade de uma recessão global, o jornal britânico "The Times" convida seus leitores a olhar os lados positivos da situação, baseando-se em estudos que apontam que a crise trará mais saúde e qualidade de vida para as pessoas.
Segundo alguns estudiosos, graças à crise, em breve as pessoas irão fumar e beber menos, a obesidade será menos difundida, o ar mais limpo e as ruas mais seguras.
Algumas pesquisas conduzidas pela Universidade de Stanford mostram como em tempos de boom econômico as pessoas de todas as classes sociais tendem a trabalhar muito e a não cuidar de si e da própria família.
Atualmente, mesmo os mais ricos, que têm possibilidades de ir à academia, bebem muito e comem alimentos pouco saudáveis, pedidos em restaurantes ou comprados prontos no supermercado.
"Cozinhar em casa ou fazer exercício são vistos como uma perda de tempo", afirma Grant Miller, professor de medicina da Universidade de Stanford.
Enquanto isso, em períodos mais incertos, as pessoas tendem a preparar para si comidas mais saudáveis e, trabalhando menos, ficam com mais tempo para ir visitar os parentes idosos e estão mais dispostos a cuidar de si e dos próprios filhos.
Em uma pesquisa publicada em 2000 e intitulada "Are recessions good for your heatlh?" (As recessões são boas para a sua saúde?), Christopher Rhum, professor de economia da Universidade da Carolina do Norte, analisou as taxas de morte entre 1972 e 1991, relacionando-as com o andamento da economia, e descobriu que cada vez que a taxa de desemprego aumentava 1%, o número de mortes diminuía 0,5%.
Mesmo com os suicídios e a mortes por câncer aumentando nos períodos de crise, o número de enfartos e de acidentes de trânsito eram de tal maneira menores que faziam baixar a taxa de mortalidade.
Para Ralph Catalano, especialista em saúde pública da Universidade de Berkley, afirmar que a recessão da economia faz bem seria uma generalização excessiva, mas alguma coisa de verdadeiro, ao menos no que diz respeito à saúde, segundo ele realmente existe.
"Quem está preocupado com perder o emprego evita fazer coisas que aumentariam os riscos de ser demitido, portanto bebem menos e correm menos perigos", disse Catalano.
Beneficiando-se da recessão estaria também o meio ambiente. Enquanto até pouco tempo na Grã-Bretanha as pessoas jogavam fora até 25% da comida que compram e trocavam de televisão a cada dois anos, agora, até quem não se preocupa com o ambiente está aprendendo a desperdiçando menos. Nos últimos seis meses, por exemplo, as autoridades britânicas divulgaram uma diminuição significativa na quantidade de lixo doméstico no país.
Fonte: Portal IG
Segundo alguns estudiosos, graças à crise, em breve as pessoas irão fumar e beber menos, a obesidade será menos difundida, o ar mais limpo e as ruas mais seguras.
Algumas pesquisas conduzidas pela Universidade de Stanford mostram como em tempos de boom econômico as pessoas de todas as classes sociais tendem a trabalhar muito e a não cuidar de si e da própria família.
Atualmente, mesmo os mais ricos, que têm possibilidades de ir à academia, bebem muito e comem alimentos pouco saudáveis, pedidos em restaurantes ou comprados prontos no supermercado.
"Cozinhar em casa ou fazer exercício são vistos como uma perda de tempo", afirma Grant Miller, professor de medicina da Universidade de Stanford.
Enquanto isso, em períodos mais incertos, as pessoas tendem a preparar para si comidas mais saudáveis e, trabalhando menos, ficam com mais tempo para ir visitar os parentes idosos e estão mais dispostos a cuidar de si e dos próprios filhos.
Em uma pesquisa publicada em 2000 e intitulada "Are recessions good for your heatlh?" (As recessões são boas para a sua saúde?), Christopher Rhum, professor de economia da Universidade da Carolina do Norte, analisou as taxas de morte entre 1972 e 1991, relacionando-as com o andamento da economia, e descobriu que cada vez que a taxa de desemprego aumentava 1%, o número de mortes diminuía 0,5%.
Mesmo com os suicídios e a mortes por câncer aumentando nos períodos de crise, o número de enfartos e de acidentes de trânsito eram de tal maneira menores que faziam baixar a taxa de mortalidade.
Para Ralph Catalano, especialista em saúde pública da Universidade de Berkley, afirmar que a recessão da economia faz bem seria uma generalização excessiva, mas alguma coisa de verdadeiro, ao menos no que diz respeito à saúde, segundo ele realmente existe.
"Quem está preocupado com perder o emprego evita fazer coisas que aumentariam os riscos de ser demitido, portanto bebem menos e correm menos perigos", disse Catalano.
Beneficiando-se da recessão estaria também o meio ambiente. Enquanto até pouco tempo na Grã-Bretanha as pessoas jogavam fora até 25% da comida que compram e trocavam de televisão a cada dois anos, agora, até quem não se preocupa com o ambiente está aprendendo a desperdiçando menos. Nos últimos seis meses, por exemplo, as autoridades britânicas divulgaram uma diminuição significativa na quantidade de lixo doméstico no país.
Fonte: Portal IG
sábado, 21 de março de 2009
Resposta de Ramatís sobre aborto
Retirado do livro "Sob a luz do Espiritismo" do Espírito Ramatís, psicografia de Hercilio Maes:
PERGUNTA: - Qualquer tipo de aborto é sempre condenável à luz da vida espiritual?
RAMATÍS: - Naturalmente, pois, sempre é um infanticídio, e está escrito: "Não matarás". Porém, as leis humanas são reflexos das espirituais e, se examinarmos os códigos legais, vamos encontrar as ciscunstâncias atenuantes e agravantes e mesmo termo "por justa causa". São agravantes os motivos fúteis; a estética materna, o controle de natalidade e o temor da não-aceitação do grupo social.
Podemos considerar como atenuantes o fato de certas criaturas não admitirem os deslizes de seus componentes femininos, e o caso de suicídios diante das pressões psicológicas. Ainda poderíamos citar os casos de senhoras casadas que, por contingências da vida prevaricam, e o nascimento do fruto do descuido ocasionaria um rompimento familiar, com graves conseqüências à prole e ao outro cônjuge.
É admissível o aborto terapêutico, quando a gestação não tem condições de chegar ao fim, porque a doença materna é mortal, e a única maneira de salvar, pelo menos a mãe, é o aborto. Também incluiríamos, com alguma ressalva, os casos de fetos anormais, cuja patologia não lhes permitiria viver, e estão prejudicando a saúde da mãe, pondo em risco sua vida.
Muitas vezes, na espiritualidade, fazemos projetos corajosos e sublimes, entretanto, no retorno à carne, velhos vícios, medos, emoções e paixões ainda não dominados afloram e nos levam a deslizes. Mas, se as leis humanas são sábias e justas em cada época evolutiva, procuremos visualizar a divina que, além de ser justa e equânime, é tolerante e bondosa com o nosso primarismo espiritual. Evidentemente, não deve ser acusada e condenada a mãe que se submete ao aborto terapêutico, - intervenção cirúrgica que procura salvá-la, embora deva sacrificar o filho nascituro. Sob tal condição, deve sobreviver a mãe, em cujo corpo a natureza trabalhou mais tempo e já assumiu inúmeras obrigações e vínculos de responsabilidade na existência física. Ademais, o que identifica e caracteriza profundamente a culpa da mulheres, quando malogram propositadamente o nascimento de um ser, é a sua decisão íntima de abortar, no sentido de se ver livre do filho intruso em crescimento no seu ventre.
No caso do aborto pela intervenção médica e com o objetivo de salvar a gestante, é claro não ter a própria mãe a intenção de praticar tal ato frustrante e, comumente, ela ainda sofre a dor de perder o filho aguardado com extremo afeto a ansiedade.
PERGUNTA: - Qualquer tipo de aborto é sempre condenável à luz da vida espiritual?
RAMATÍS: - Naturalmente, pois, sempre é um infanticídio, e está escrito: "Não matarás". Porém, as leis humanas são reflexos das espirituais e, se examinarmos os códigos legais, vamos encontrar as ciscunstâncias atenuantes e agravantes e mesmo termo "por justa causa". São agravantes os motivos fúteis; a estética materna, o controle de natalidade e o temor da não-aceitação do grupo social.
Podemos considerar como atenuantes o fato de certas criaturas não admitirem os deslizes de seus componentes femininos, e o caso de suicídios diante das pressões psicológicas. Ainda poderíamos citar os casos de senhoras casadas que, por contingências da vida prevaricam, e o nascimento do fruto do descuido ocasionaria um rompimento familiar, com graves conseqüências à prole e ao outro cônjuge.
É admissível o aborto terapêutico, quando a gestação não tem condições de chegar ao fim, porque a doença materna é mortal, e a única maneira de salvar, pelo menos a mãe, é o aborto. Também incluiríamos, com alguma ressalva, os casos de fetos anormais, cuja patologia não lhes permitiria viver, e estão prejudicando a saúde da mãe, pondo em risco sua vida.
Muitas vezes, na espiritualidade, fazemos projetos corajosos e sublimes, entretanto, no retorno à carne, velhos vícios, medos, emoções e paixões ainda não dominados afloram e nos levam a deslizes. Mas, se as leis humanas são sábias e justas em cada época evolutiva, procuremos visualizar a divina que, além de ser justa e equânime, é tolerante e bondosa com o nosso primarismo espiritual. Evidentemente, não deve ser acusada e condenada a mãe que se submete ao aborto terapêutico, - intervenção cirúrgica que procura salvá-la, embora deva sacrificar o filho nascituro. Sob tal condição, deve sobreviver a mãe, em cujo corpo a natureza trabalhou mais tempo e já assumiu inúmeras obrigações e vínculos de responsabilidade na existência física. Ademais, o que identifica e caracteriza profundamente a culpa da mulheres, quando malogram propositadamente o nascimento de um ser, é a sua decisão íntima de abortar, no sentido de se ver livre do filho intruso em crescimento no seu ventre.
No caso do aborto pela intervenção médica e com o objetivo de salvar a gestante, é claro não ter a própria mãe a intenção de praticar tal ato frustrante e, comumente, ela ainda sofre a dor de perder o filho aguardado com extremo afeto a ansiedade.
Aborto
O direito à vida é inalienável a todo ser humano. Dentro desse contexto, falar sobre aborto remete a discussões sobre tornar esse conceito relativo ou absoluto. Pode-se resumir os conflitos de idéias nos seguintes aspectos: aborto como liberdade da mulher; em caso de estupro; como forma de controle da natalidade; em casos de antecipação de parto por uma morte predeterminada; ou como forma de defender a mãe em caso de risco de vida.
Ao abordar essas idéias de um ponto de vista espiritual, observa-se a precariedade dos argumentos favoráveis ao aborto de uma forma livre e indiscriminada, pois há um impedimento por parte dos encarnados em deixar que um desencarnado alivie suas dores com a bênção da encarnação e do esquecimento dos erros passados. Dessa maneira prevalece o egoísmo humano em detrimento do amor ao próximo.
A idéia do aborto como liberdade da mulher lembra os indivíduos que defendem a pena de morte ou o simples “direito de matar”. É verdade que a mulher tem o livre arbítrio para fazer o que quiser com o seu corpo, porém no caso do aborto estamos falando do corpo de outrem. Ter um filho não é uma responsabilidade individual, porém social. Por isso, quem tem relação sexual assume o risco de se comprometer com a sociedade, gerando um filho. Nada mais coerente do que respeitar esse direito à vida. Existem casos de dificuldade financeira ou ainda falta de interesse da mãe em ter o filho, em que o mais sensato seria encaminhar a criança para adoção ou para alguém que cuide com a responsabilidade necessária.
No caso de estupro, é indiscutível o trauma gerado, porém mais uma vez um erro não justifica outro. Matar uma criança originada de um estupro é cometer vingança contra quem não teve culpa. Indiscutível também é a possível falta de maturidade emocional da mãe para acompanhar e educar essa criança. Nesse sentido penso que o Estado deve ser o responsável legal por essa criança, uma vez que negligenciou a sua tarefa de oferecer condições de segurança e impedir essa violência. Assim, a criança poderia novamente ser encaminhada para adoção ou abrigos protegidos pelo Estado.
Já a idéia de aborto como controle da natalidade é um grande paradoxo, pois há várias técnicas avançadas para evitar a concepção indesejada. A ciência evoluiu muito nesse sentido. Assim, as pessoas que pensam dessa forma camuflam o seu lado desumano com a idéia um tanto egoísta de controlar as taxas de natalidade.
Outro assunto bastante discutido é o aborto nos casos de pouca expectativa de vida ao bebê. Ainda somos crianças, aprendendo as primeiras letras do mundo espiritual. Por isso ignoramos determinadas questões com um pragmatismo excessivo. Numa perspectiva científica, observam-se constantes mudanças e aperfeiçoamentos nos conceitos e aparelhos elaborados pelos estudiosos. Dessa maneira, há na literatura muitos casos que contrariaram os enunciados da Ciência, não sendo possível colocar os seus conceitos de uma forma absoluta, devendo deixar a própria natureza seguir o seu rumo, desde que não cause riscos à vida da mãe.
Esse risco à vida da mãe é uma incoerência com as leis humanas e Divinas, pois é defender o direito à vida potencial em detrimento a uma vida já consolidada. Assim, nos casos em que a gestação oferece risco à integridade física da mãe, deve-se dar a preferência pela vida já estabelecida. Vida essa que a natureza teve mais trabalho.
Marcelo Brito Sener
Ao abordar essas idéias de um ponto de vista espiritual, observa-se a precariedade dos argumentos favoráveis ao aborto de uma forma livre e indiscriminada, pois há um impedimento por parte dos encarnados em deixar que um desencarnado alivie suas dores com a bênção da encarnação e do esquecimento dos erros passados. Dessa maneira prevalece o egoísmo humano em detrimento do amor ao próximo.
A idéia do aborto como liberdade da mulher lembra os indivíduos que defendem a pena de morte ou o simples “direito de matar”. É verdade que a mulher tem o livre arbítrio para fazer o que quiser com o seu corpo, porém no caso do aborto estamos falando do corpo de outrem. Ter um filho não é uma responsabilidade individual, porém social. Por isso, quem tem relação sexual assume o risco de se comprometer com a sociedade, gerando um filho. Nada mais coerente do que respeitar esse direito à vida. Existem casos de dificuldade financeira ou ainda falta de interesse da mãe em ter o filho, em que o mais sensato seria encaminhar a criança para adoção ou para alguém que cuide com a responsabilidade necessária.
No caso de estupro, é indiscutível o trauma gerado, porém mais uma vez um erro não justifica outro. Matar uma criança originada de um estupro é cometer vingança contra quem não teve culpa. Indiscutível também é a possível falta de maturidade emocional da mãe para acompanhar e educar essa criança. Nesse sentido penso que o Estado deve ser o responsável legal por essa criança, uma vez que negligenciou a sua tarefa de oferecer condições de segurança e impedir essa violência. Assim, a criança poderia novamente ser encaminhada para adoção ou abrigos protegidos pelo Estado.
Já a idéia de aborto como controle da natalidade é um grande paradoxo, pois há várias técnicas avançadas para evitar a concepção indesejada. A ciência evoluiu muito nesse sentido. Assim, as pessoas que pensam dessa forma camuflam o seu lado desumano com a idéia um tanto egoísta de controlar as taxas de natalidade.
Outro assunto bastante discutido é o aborto nos casos de pouca expectativa de vida ao bebê. Ainda somos crianças, aprendendo as primeiras letras do mundo espiritual. Por isso ignoramos determinadas questões com um pragmatismo excessivo. Numa perspectiva científica, observam-se constantes mudanças e aperfeiçoamentos nos conceitos e aparelhos elaborados pelos estudiosos. Dessa maneira, há na literatura muitos casos que contrariaram os enunciados da Ciência, não sendo possível colocar os seus conceitos de uma forma absoluta, devendo deixar a própria natureza seguir o seu rumo, desde que não cause riscos à vida da mãe.
Esse risco à vida da mãe é uma incoerência com as leis humanas e Divinas, pois é defender o direito à vida potencial em detrimento a uma vida já consolidada. Assim, nos casos em que a gestação oferece risco à integridade física da mãe, deve-se dar a preferência pela vida já estabelecida. Vida essa que a natureza teve mais trabalho.
Marcelo Brito Sener
quinta-feira, 12 de março de 2009
Aquecimento poderá destruir 85% da Amazônia em um século
O aquecimento global acabará com as tentativas de salvar a floresta amazônica, de acordo com um novo estudo que prevê que um terço das árvores da floresta morrerão mesmo com elevações moderadas na temperatura no próximo século. A pesquisa foi realizada por alguns dos principais especialistas do Reino Unido sobre as alterações climáticas e publicada no periódico inglês The Guardian.
De acordo com os cientistas, mesmo que sejam tomadas medidas severas para reduzir o desmatamento e as emissões de carbono, não será possível salvar a selva sul-americana. Até 85% da floresta poderá ser perdida se as emissões dos gases causadores do efeito de estufa não forem controladas.
Mas, mesmo sob o cenário mais otimista de alterações climáticas, a destruição de grande parte da floresta é "irreversível", dizem os especialistas.
Segundo um dos cientistas realizadores do estudo, Vicky Pope, do Met Office's Hadley Centre, "os impactos das alterações climáticas na Amazônia são muito piores do que pensávamos. Se as temperaturas subirem rapidamente, os danos à floresta não serão evidentes de imediato, mas os problemas aparecerão no futuro."
Outro participante do estudo - o especialista em clima da Universidade de East Anglia, Tim Lenton - afirmou que, ao contrário do que se imaginava, o corte de árvores não será o causador da morte da floresta e que "as alterações climáticas irão dar o golpe mortal."
O estudo, que foi publicado na revista Nature Geoscience, baseou-se em modelos digitais utilizados para investigar a forma como a Amazônia iria responder a futuros aumentos na temperatura.
Nele, Verificou-se que mesmo com um aumento de temperatura de 2ºC em 100 anos - elevação que considera o melhor cenário do aquecimento global, com o cumprimento da meta mundial de redução de emissões - ainda seriam perdidos de 20 a 40% da Amazônia.
Um aumento de 3ºC iria resultar em 75% da floresta destruída pela seca ao longo do século e um aumento 4ºC iria acabar com 85% da Amazônia. "A floresta que conhecemos teria efetivamente desaparecido", disse Vicky Pope.
Peter Cox, professor de dinâmica dos sistemas climáticos na Universidade de Exeter, disse que os efeitos seriam sentidos em todo o mundo. "Ecologicamente seria uma catástrofe que mudaria o clima do mundo. Os trópicos são orientadores de sistemas climáticos e matar a Amazônia resultaria, provavelmente, na alteração desses sistemas para sempre. Nós não sabemos exatamente o que iria acontecer, mas poderíamos esperar as mais extremas condições climáticas", afirmou.
De acordo com Cox, uma perda massiva da floresta amazônica iria amplificar ainda mais o aquecimento global. "Destruir a Amazônia seria também transformar o que é um importante sumidouro de carbono em uma fonte significativa dele", disse.
Mesmo com cortes drásticos nas emissões na próxima década, os cientistas dizem que só há cerca de 50% de chance de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2°C.
O "melhor" cenário baseia-se em um pico de emissões em 2015 e uma rápida mudança do atual acréscimo de 2 a 3% da quantidade de gases emitidos ao ano, para uma diminuição de 3% ao ano.
Ativistas ambientais por todo o mundo manifestaram preocupação com as previsões. "Com um aumento de mais de 2°C você começará a ver uma mudança em grande escala", disse Beatriz Richards, chefe de política florestal do WWF no Reino Unido. "Você também perderá grande parte dos serviços dos ecossistemas, tais como manter os níveis de carbono estáveis, fornecer alimento aos povos indígenas, equilibrar os padrões de precipitação global. Um aumento de 4º C criará um cenário de pesadelo que iria resultar em território inexplorado."
"As pessoas têm conhecimento sobre as relações entre clima e florestas há algum tempo, mas agora é preocupante porque as observações do mundo real são somadas a modelos exatos criados por computador", disse Tony Juniper, um militante ambiental.
"Não é hora de atrasos. Os Governos devem cooperar para reduzir as emissões industriais e, ao mesmo tempo, parar o desmatamento. Caso contrário, teremos extinções em massa e uma catástrofe de aumento de temperaturas global."
Fonte: Redaçao Terra
De acordo com os cientistas, mesmo que sejam tomadas medidas severas para reduzir o desmatamento e as emissões de carbono, não será possível salvar a selva sul-americana. Até 85% da floresta poderá ser perdida se as emissões dos gases causadores do efeito de estufa não forem controladas.
Mas, mesmo sob o cenário mais otimista de alterações climáticas, a destruição de grande parte da floresta é "irreversível", dizem os especialistas.
Segundo um dos cientistas realizadores do estudo, Vicky Pope, do Met Office's Hadley Centre, "os impactos das alterações climáticas na Amazônia são muito piores do que pensávamos. Se as temperaturas subirem rapidamente, os danos à floresta não serão evidentes de imediato, mas os problemas aparecerão no futuro."
Outro participante do estudo - o especialista em clima da Universidade de East Anglia, Tim Lenton - afirmou que, ao contrário do que se imaginava, o corte de árvores não será o causador da morte da floresta e que "as alterações climáticas irão dar o golpe mortal."
O estudo, que foi publicado na revista Nature Geoscience, baseou-se em modelos digitais utilizados para investigar a forma como a Amazônia iria responder a futuros aumentos na temperatura.
Nele, Verificou-se que mesmo com um aumento de temperatura de 2ºC em 100 anos - elevação que considera o melhor cenário do aquecimento global, com o cumprimento da meta mundial de redução de emissões - ainda seriam perdidos de 20 a 40% da Amazônia.
Um aumento de 3ºC iria resultar em 75% da floresta destruída pela seca ao longo do século e um aumento 4ºC iria acabar com 85% da Amazônia. "A floresta que conhecemos teria efetivamente desaparecido", disse Vicky Pope.
Peter Cox, professor de dinâmica dos sistemas climáticos na Universidade de Exeter, disse que os efeitos seriam sentidos em todo o mundo. "Ecologicamente seria uma catástrofe que mudaria o clima do mundo. Os trópicos são orientadores de sistemas climáticos e matar a Amazônia resultaria, provavelmente, na alteração desses sistemas para sempre. Nós não sabemos exatamente o que iria acontecer, mas poderíamos esperar as mais extremas condições climáticas", afirmou.
De acordo com Cox, uma perda massiva da floresta amazônica iria amplificar ainda mais o aquecimento global. "Destruir a Amazônia seria também transformar o que é um importante sumidouro de carbono em uma fonte significativa dele", disse.
Mesmo com cortes drásticos nas emissões na próxima década, os cientistas dizem que só há cerca de 50% de chance de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2°C.
O "melhor" cenário baseia-se em um pico de emissões em 2015 e uma rápida mudança do atual acréscimo de 2 a 3% da quantidade de gases emitidos ao ano, para uma diminuição de 3% ao ano.
Ativistas ambientais por todo o mundo manifestaram preocupação com as previsões. "Com um aumento de mais de 2°C você começará a ver uma mudança em grande escala", disse Beatriz Richards, chefe de política florestal do WWF no Reino Unido. "Você também perderá grande parte dos serviços dos ecossistemas, tais como manter os níveis de carbono estáveis, fornecer alimento aos povos indígenas, equilibrar os padrões de precipitação global. Um aumento de 4º C criará um cenário de pesadelo que iria resultar em território inexplorado."
"As pessoas têm conhecimento sobre as relações entre clima e florestas há algum tempo, mas agora é preocupante porque as observações do mundo real são somadas a modelos exatos criados por computador", disse Tony Juniper, um militante ambiental.
"Não é hora de atrasos. Os Governos devem cooperar para reduzir as emissões industriais e, ao mesmo tempo, parar o desmatamento. Caso contrário, teremos extinções em massa e uma catástrofe de aumento de temperaturas global."
Fonte: Redaçao Terra
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