Carlos Rangel
Até dezembro, Pernambuco deve fornecer 22 MWs de energia limpa, produzida a partir da força do vento, suficiente para atender 150 mil famílias. Serão construídas cinco centrais para geração de energia eólica nos municípios de Gravatá (duas turbinas), Pombos (duas turbinas) e Macaparana (uma turbina), com investimento total de R$ 110 milhões parte financiada e parte com recursos próprios da Eólica Tecnologia Ltda.
O diretor-presidente da Eólica, Everaldo Alencar Feitosa, informou, durante audiência com o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, no Recife, e o coordenador-geral do MCT no Nordeste, Ivon Fittipaldi, que cada turbina tem uma torre de 80 metros de altura, com rotor com pás de 41 metros de comprimento. A compra da energia gerada é garantida pela Eletrobrás.
"É uma energia com preços competitivos e ecologicamente correta", disse, segundo a assessora do MCT Fabiana Galvão. O custo da energia gerada por usinas eólicas é equivalente a um terço do das termelétricas a óleo combustível que operam no País.
Feitosa foi o principal responsável pela construção da primeira turbina de geração de energia eólica do País, em 1995. A unidade foi instalada em Olinda (PE), pela Universidade Federal de Pernambuco com apoio do governo do estado. Com potência de 300 kW, a turbina funciona até hoje e é usada para formação de pessoal, treinamento, pesquisa e demonstração da tecnologia.
DiárioNet
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