domingo, 5 de agosto de 2007
O dualismo platônico entre o mundo da realidade sensível e o da realidade supra-sensível projetam-se na concepção de ser humano. O homem não é uma unidade substancial como iria ensinar Aristóteles e, sim, um composto de corpo e alma. Essa distinção entre alma (o supra-sensível) e o corpo (o sensível) apresenta-se em conflito. O corpo milita contra a alma. Por isso ele é mais o cárcere que o parceiro da alma.
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